Fudendo gostoso o motoboy do delivery

Depois de umas paradas cheio de tesão como essa que vou contar aqui eu concluí de verdade o porque de eu não gostar muito de fodas de aplicativos de pegação. Primeiro, os caras nunca são verdade o que falam, botam umas fotos fora da realidade, você nunca consegue agradar ninguém, é tudo um monte de gente querendo fuder, mas querem que seja estilo Cauan Raymond. E foda boa mesmo é aquela que surgi do nada, você bate o olho e senti tesão, olha, repara a bunda e decidi que quer fuder com aquela pessoa. Daí começa a rolar os olhares, as maldades, até você fisgar o carinha. Ou pelo menos tenta.

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Taxista casado não resistiu a minha boquinha

Como falei no conto “Mamando o flanelinha na rua”, acabei chamando um taxista ao invés de uber pra voltar pra casa.
Eu tenho muita tara em taxista, ainda mais se tiver cara de safado, aquela mala marcada, sem falar que eu tava querendo mais pica depois de ter chupado o flanelinha na rua, tava decidido a ir puxando conversa pra ver se rolava algo.
O táxi chegou, o nome dele era Roberto. Dei bom dia, pois já tava meio claro, mas confesso que na hora achei que nem ia rolar nada.

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Dando ao primo roludo

Me chamo Rafael, sou bissexual, branco, 1,77 de altura, 78 kg, dote de 20 cm grosso e olhos e cabelos castanho escuro.

Tenho um primo que na adolescência vinha sempre em casa e às vezes dormia aqui. O nome dele é Bruno. Ele é moreno claro, 1,85 de altura e uns 85 kg.

Ele morava em outra cidade e certa vez veio passar alguns dias aqui, pois estava servindo ao quartel. Nestas ocasiões ele dormia no quarto de visitas.

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O cara casado do Grindr

Olá esse é meu primeiro conto de muitos.
Sou Pedro tenho 26 anos sou de recife versátil\Pas, tenho 1.63 alt 64 kg corpo legal malho a um tempo.
Hoje dia 17/05 estava de folga em casa de bobeira quando entro no App de pegação, vários perfis que só fazem enrolar e tal.
Mas um perfil com o nome “ATIVO CASADO DE CARRO” me chamou atenção, parecia bem gostoso pela foto do peitoral.

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Primeiro leite na boca

Olá pessoal ! Voltei para dar continuidade a uma série de contos de putaria no cinema em Madureira. No primeiro conto falei da primeira vez qui e segurei e mamei uma pica. Depois da primeira vez, você não para e acaba gostando tanto que se especializa naquilo que faz. Foi o que aconteceu comigo, aprendi a dá um trato numa pica com a minha boca, chupava, porém faltava a parte final, ou seja fazer com que o parceiro chegasse ao clímax com a mamada.
Decidido a sentir o leite na minha boquinha, parti para o cinema, cheguei cedo estava vazio, tinha poucos caras. Na volta que eu dei, vi um homem branco, um pouco alto, magro, em pé ele tocava uma punheta, me aproximei e fiquei ali admirando aquela pica, com o meu olhar desejando aquela rola, o homem sinalizou com um movimento de

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Entregador novinho e safado

Era uma noite de sexta, nada pra fazer, e uma fome desgraçada, cheguei do trampo e nada pra comer em casa, resolvi pedir uma alguma coisa. Costumo ficar de cueca no meu apê, largadão, e nem me toquei disso quando fui receber o entregador.

Abri a porta e ele levou um susto, o cara parecia ter uns 20 anos, parecia bombadinho, cara e jeito de macho, pedi pra ele entrar enquanto ia pegar o dinheiro dele, na volta percebi que ele tava manjando minha rola (SOU DOTADO), comecei a manjar a dele também que marcava na calça moletom que ele usava, a rola dele tava duraça, e ele parecia constrangido porque o volume tava tão grande que não conseguia disfarçar. Paguei, e fiquei com vontade de fazer outras coisas (hehe).

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