Troca-troca com o primo

tudo começou em um belo dia normal de brincadeira, eu e meu primo G. ainda tão novinhos, brincando nem me lembro do quê, no meio da tarde dentro

de uma parati, que era do meu pai, os vidros escuros nos deixavam quase que isolados, mesmo estando o carro bem em frente ao bar onde nossos pais

bebiam junto aos seus amigos. Confesso não me lembrar a origem de tudo, ou ao menos detalhadamente o que aconteceu, mais lembro exatamente da sensação

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Churrasco no sitio do meu tio

No sabado passado teve churrasco no sitio do meu tio Armando.

Estava fazendo um dia quente e bonito então ficamos em volta da piscina. Tinham tios, primos, amigos, um monte de gente, tava bem divertido.

Depois de um certo tempo, o pessoal ja ficou meio alto com as cervejas e caipirinhas que tava rolando. Tio Armando era o que parecia estar o mais alegre. Contava piadas, ria muito e, de repente, começou a me dar umas atenções meio estranhas. Volta e meia, vinha pro meu lado, perguntava se eu estava gostando do churrasco, se estava me divertindo e eu “Sim tio, ta muito legal”, então ele piscava o olho, passava a mão no meu braço e ia cuidar dos outros convidados. Até aí tudo normal, né.

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No motel com meu cunhado Tesudo

Meu nome é Anderson, sou um homem gostoso, casado, 34 anos e muito bem resolvido sexualmente. Sou heterossexual e muito macho.

Há, mais ou menos, 4 meses atrás, fui para casa de praia com a família. Eu, minha esposa e filho e minha irmã, seu marido e filhos.

Sempre admirei esse meu cunhado. O nome dele é Carlos. Ele tem 32 anos, é gente boa, macho pra caralho também, muito boa pinta e divertido.

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Meu sogro também quis rola

André, meu sogro, é gay assumido e afeminado, isso nunca foi um problema pra filha dele e nem pra mim. Clara ama o pai e eu sempre convivi de boa com ele. Eu vou muito pra casa dele, já dormi lá diversas vezes, até mesmo quando minha namorada estava na casa da mãe (os pais dela são separados, por motivos óbvios, ela fica se revezando entre uma casa e outra) e eu nunca percebi nada de estranho, ele nunca tinha dado em cima de mim, também não tínhamos muita intimidade, nossa conversa se resumia a minha namorada.

Eu e Clara temos um relacionamento aberto, ela adora me ouvir contar como comi os caras e as minas, isso deixa ela ainda mais excitada.

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Quando criei coragem com o Tio roludo

Bom galera, sou de recife, tenho 27 anos, sou branco, estatura média, nem magro nem gordo, malho e tenho braços e pernas desenvolvidas, além de um peitoral estufado. Sempre fui hétero, peguei meninas e tal, mas também sempre tive a curiosidade de saber como seria ter um caso com outro cara. Na adolescência brincava de troca com uns pirralhos do prédio, mas com o tempo a gente deixou de fazer essas e tal, fomos nós mudando. Fui crescendo e fui desenvolvendo um tesao por meu tio. Ele é um cara parrudo, costas largas, deve ter uns 50 anos de idade, tem braços fortes, cabelo baixo, e tem uma cor meio dourada. Comecei a cobiçá-lo depois que o vi indo tomar banho no

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Tentando resistir ao cunhado, mas o tesão falou mais alto

Gente, vou contar mais uma do tempo que eu fazia festa da molecada no bairro. Depois que me aceitei e dei muito pro amigos, irmãos, primos e colegas de escola, eu me sentia muito bem como “putinha mor” do bairro. Já estava com uns 18 anos, mas o Assunto de que os garotos da rua me comiam ficou na boca da galera durantes anos. Eu me formei na faculdade e ainda tinha sempre um engraçadinho que me olhava com um certo julgamento. Mas tinha o lado bom disso tudo. Para os bofes que curtiam comer um cuzinho, não precisava ficar dando cantadas ou indiretas, era eles quem davam indiretas pra mim. Sempre tinha um amigo do meu irmão ou conhecido de alguém, que sempre que me via, dava logo aquela ajeitada no pau, como se tivesse me mandando o alerta: “Ta aqui o que você gosta”. E eu só tinha que providenciar o momento e o local pra acontecer, as vezes já dei na laje de casa, enquanto geral estudava na sala e nem imaginava o que tava rolando.

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