Tudo tem a sua primeira vez

Sou cinquentão, casado e vivo uma vida sexual bastante convencional, ou pelos menos vivia até o dia do acontecido. O que vou narrar neste conto. É verídico.

Trabalho como representante técnico comercial e viajo muito. Numa destas viagens estava numa cidade do interior de São Paulo. Depois de ter feito meu trabalho, era finalzinho de tarde, verão, resolvi tomar uma cerveja antes de comer alguma coisa e ir para o hotel dormir.

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Mamando o muleque favelado

Eu estava no trem voltando da aula. Eram por volta das 22 da noite, eu estava bem cansado. Nos transportes públicos aqui de São Paulo é comum haver ambulantes vendendo as mais diversas coisas. Nunca reparo muito, pois geralmente estou de fone e fico ligado na música sem prestar atenção em volta. Nesse dia, meu fone estava quebrado, logo eu tinha mais atenção a minha volta. Um garoto passou anunciando bala de goma por um real, e eu, louco por açúcar, me interessei. Quando bati o olho nele esqueci totalmente da proposta da venda: muleque novinho, pele branca bronzeada, uns 1,75 aproximadamente, um rosto de muleque de favela sabe, bem estilo mandrake, maxilar

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Peguei meu namorado fudendo um putinho

Nunca achei que fosse viver algo assim. Logo eu, um homem gay bem resolvido de quase 30 anos, no auge da minha carreira, com um físico e aparência de deixar todos babando e com um apetite sexual de um leão em frenesi sexual. Não estou querendo me gabar não, só deixar claro que não esperava mesmo ser feito de corno do jeito que fui.

Me chamo Pedro, tenho 28 anos, 1,78m, sou moreno claro de olhos escuros e cabelos também escuros e raspados rente à cabeça. Um físico atlético cultivado com afinco no treinos de crossfit de segunda a sábado. Moro junto com meu namorado há 3 anos. Maurício é um puta de um coroa gostoso com 42 anos, 1,84m e um corpão musculoso e peludo, desenvolvido na mesma academia que eu, onde nos conhecemos. Ele é branco e tem um nariz marcante, herdado dos antepassados turcos; pelos escuros, exceto pelo cabelo, que está começando a ficar grisalho. Mas o que realmente me deixa louco com ele é o pau grosso de 18cm, que usa com força, me fazendo ver estrelas.

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Dentro do carro

Esse relato aconteceu domingo Meu amigo F que sempre me comia desde 2005, tem 51 anos e hoje mora em outra cidade.

Desde 2014 que ele não aparece mais, sei que se separou e hoje vive com outra mulher e desde 2014 sinto falta da sua pegada e daquela rola fenomenal. Nunca dei para outro cara, apenas para o F. Então faz 8 anos que não aproveito daquela rola.

Continuamos a nos falar, porém conversas normais e assuntos aleatórios e nada sobre nossas transas, para manter as aparências, mas ele sabe que estou com muitas e saudades e sei que ele está também, pois já disse que faço um boquete delicioso.

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O Iniciador de Machos

Sou casado há 30 anos com uma mulher maravilhosa. Muito companheira e parceira em tudo, desde o início tivemos uma vida sexual bem tranquila, sem grandes avanços mas um sexo bom e regular. Nos últimos anos a frequência diminuiu bastante mas não sinto tanta necessidade assim. Creio que o companheirismo e amizade tem suprido o sexo que já está num estilo básico e suficiente.

Comecei a alguns anos ler contos e sempre fiquei excitado com os de orgias e posteriormente os gays. Pensei em visitar uma sauna para matar a curiosidade, mas sempre tive medo de ser reconhecido ou algo der errado e com isso fiquei me reprimindo sexualmente. Eu tinha decidido em transar com um homem, não importava se fosse um garoto de programa ou um estranho, só queria sentir o tesão de sentir uma pica no rabo ou chupar um cacete até encher minha garganta de porra.

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Mamando a Rola do Velho Borracheiro

Estava voltando de viagem e passei por um buraco na estrada e o pneu do carro estourou e parei em uma borracharia mais proxima para consertar o pneu. Daí apareceu um senhor de uns cinquenta anos, magro e com mãos enormes para arrumar o pneu que tava estourado.

Ele olhou para o pneu e já foi logo falando: esse pneu já era, dá sá uma olhada, estourou tudo. Na hora já perguntei pra ele se tinha algum pneu meia vida e ele respondeu que deixasse com ele. Pedi para ele consertar enquanto ia comer alguma coisa no buteco que tinha proximo da borracharia. Depois de uns trinta minutos retornei e vi esse senhor mexendo dentro do porta-luvas do meu carro e já cheguei falando: vc tá louco velho? tá mexendo no que aí?

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