Tatão o negro que tirou as minhas pregas e fez Mona

O conto que passo a narrar aconteceu lago após eu completar 22 anos no início de mês julho do corrente ano, meu tio João, irmão do meu pai que trabalha de estivador no Cais do Porto do Porto do Rio de Janeiro, chegou na minha casa para churrasco que patrocinou por não poder ter vindo no dia da festividade do meu aniversário.

Neste dia só estava em minha casa eu, meus pais e meu tio e sua namorada uma linda morena que iremos chamá-la de Rosa que trabalha escritório de recursos humano do Cais do Porto, que entre a conversa indagou: — Luizinho, quantos anos você fez?

— Vinte e dois!
— Está estudando, terminei o meu curso de técnico de administração no ano passado; assim que conseguir um emprego pretendo fazer uma universidade!
— Se seus pais aceitarem eu posso te ajudar!

— É verdade!
No escritório onde eu trabalho está necessitado de um office-boy para fazer entregas de documentos a bancos, empresas e aos estivadores nos porões dos navios e nos pátios do Cais do Porto!
— Eu quero, estou necessitando de ganhar o meu próprio dinheiro!

Em dois dias eu já estava empregado e transitando pelos três, Cais da Gamboa, Cais de São Cristóvão e Cais do Caju realizando as minhas tarefas com meu uniforme: botinha de cano curto com biqueira de aço, calça de Jens justinha ao corpo ressaltando a minha bundinha durinha e arredondada, camisa social de manga curta azul clara que deixa visível o biquinho dos meus peitinhos de tamanho médio, devidos os hormônios que eu tomo deis dos meus quatorze anos.

Que me deixaram com traços femininos: pernas grossa, bunda durinha e empinada e quadril sinuoso com o acúmulo de gordura nestas áreas do meu corpo devido os hormonios.

Como sou de baixa estatura, me diferenciava pelo meu gestual afeminado e minha delicadeza dos homens enorme, musculosos e rústico que trabalhavam no cais e nos porões quentes dos navios; quase sempre sem camisas que me deixava cheio de tesão.

Até que um dia, Rosa me chamou a sua sala de recursos humanos e sorrindo diz vai entregar essa carteira ao senhor Tatão no porão do navio “tal, disse o nome”; olhei para ela e sorrindo indaguei: — Rosa por que você está rindo?
— É que ele além de ser um negro enorme e gostoso pra caralho e é chegadinho!
— Chegadinho em que mulher?

— A uma moninha assim como você; passamos a gargalhar: Kkkkkk.
Após ser orientado de onde encontrá-lo, ao chegar o avistei arrumando umas sacarias de sojas e uma bilha, era uma visão maravilhosa de um deus do ébano; calçando uma botas cano curto na cor preta, bermuda de Jens apertada ao corpo deixando sobressair o volume de sua pica generoso, um colete sinalizador que deixava ver os seus tórax lagos e musculosos; braços e pernas grossas com lagartas enorme de músculos que parecia querem salta para fora do seu corpo.

Eu: olhei o seu nome no documento e o chamei, seu Sebastião (caprichando em uma voz suave e afeminada)
Ele se virou e me examinou dos pés a cabeça dando aqueles apertões no volume da sua pica e respondeu: — Sim, sou eu; e você quem é; eu não tive a honra de conhecê-lo (pegando a minha mão e beijando a costa dela).
— Olha um estivador cavaleiro, fiquei encantado!
— O encanto é todo meu, qual o seu nome meu jovem?

— Meu nome é Luciano, mas, todos me chamam na intimidade de Lu!
Ele pegou uma toalha e começou a secar o suou do rosto, eu me aproximei segurei a toalha e perguntei: Posso?
— Fica à-vontade!
Passando a secar seu rosto, com os meus olhos fixos aos seus olhos verdes que parecia ver a minha alma; passei para o seu pescoço grosso.

Ele agarrou as minhas nádegas, puxou meu corpo para junto ao dele, passando a sovar a minha bundinha com apertões daquelas mãos e dedos enormes, me levando a gemer: hmmm, para, para assim você me deixa louquinho!
Ele pegou uma das minhas mãos e colocou no volume da sua pica, eu empunhei um chouriço grosso com uns 7.9 de grossura, por uns 22 centímetros de comprimento e murmurei no seu ouvido: — Que pica descomunal, seu Tatão!
— Que horas você sai e a onde você mora?

— Às dezenove horas, morro na Nilópolis na Baixada Fluminense!
— Somos praticamente vizinhos, eu em moro em Olinda – Você vai de que para casa?
— De buzão!
— A partir de agora, não mais; vou de dar uma carona todos os dias!
— Vou logo de falando, não tenho como te pagar!
Ele apertou a minha bundinha e disse: — Tem sim!

— Que negro safado; até às dezenove horas!
Quando cheguei no escritório, a Rosa foi logo indagando: — E aí, como foi com Tatão, rolou?
— Tem tudo para rolar, ele vai-me dá uma carona para casa!
— Eu sabia, você é muita parecida muito com a última mona dele!
— Tia, não preciso dizer que titio não pode ficar sabendo!
— Fica tranquilo, foi ele que me deu a ideia de aproximar você do Tatão; seu tio gosta muito dele; eles são amigos a muito tempo!

— Verdade, meu tio é bem safadinho; seu tio é terrível, Lu!
— Ele acha que já está na hora de você arrumar um macho para tirar as suas preguinhas do cu; e o Tatão e um homem experimente em iniciaar moninhas novinhas assim como você!
Gargalhamos mais uma vez: Kkkkkkkk!

Na hora marcada ele estava com seu Corolla preto com vidros filmados parado na pista em direção a Baixada, ao entrar para a minha surpresa ele estava só de camisa polo e tenes, sem calça com aquela pica descomunal e dura.
Eu sorri e disse: — Que coisa linda seu Tatão, isso que é uma boa forma de recepcionar um mona!
Eu jóquei a minha bolsa para o banco traseiro; prendi os meus cabelos com elástico rosa-choque; segurei aquela trazoba enorme, enquanto ele dirigia eu comecei a beijar seu saco e chupar seus bagos graúdos, levando-o a gemer: — Huuuuu que boca gostosa, viadinho!

Abocanhei aquela chapeleta arredondada com um formato de cogumelo, tentando engolir sem êxito; ele agarrou os meus cabelos passando a ritmar os movimentos para cima e para baixo.
Em determinado trecho da via, o carro parou devido um engarrafamento devido uma ponto de ônibus, estacionando ao lado de um deles, abriu o vidro do seu carro deixando que os passageiros que estava no interior tivesse uma visão total do boquete que pagava naquele macho maravilhoso, passando a ouvir os gritos:

— CHUPA VIADO!
— NEGÃO ENCHE A BOCA DELE DE PORRA!
— CARAMBA É O LUCIANO, FILHO DO SEU ALFREDO LÁ DA RUA!
— Alguém te reconheceu, viadinho!
— Por mim tudo, tem problema para você?
— Para mim não, continua chupando, hmmm está muito gostoso minha mona!
Me deixando sem folego e encharcando a sua pica de saliva; até que ele encheu minha boca de porra: — Huuuuuu, huuuuuu estou gozando Lu, huuuuuu, huuuuuuuu, engole meu viadinho, isso engole.

Eu estava bêbedo o meu primeiro leite de pica quente da minha vida, — Hmmm gostoso seu Tatão!
Assim que chegamos no seu bairro Olinda ele conduziu o carro para a Avenida Getúlio de Moura embicando o carro em uma porta de garagem de um prédio de uns nove andares após buzinar disse: — Essa noite você vai ser meu, tudo bem!

— Tudo bem, só tenho que ligar para os meus pais para eles não ficarem preocupados!
Em nós esperávamos o porteiro para abrir a garagem; eu liguei sendo atendido por minha mãe, seguindo a conversa abaixo:
— Benção mãe; mãe estou ligando para avisar que vou dormir na casa de um amigo!
¬— Já era hora em filho de você arrumar um macho, eu conheço, (como o celular estava na viva voz, nos gargalhamos: — Kkkkkkkk!

— Que sorriso másculo filho, deixa eu falar com ele!
Eu passei o celular para ele, ele indagou: — Qual o nome dela, Maria!
— Boa noite dona Maria!
— Boa noite, qual o seu nome?
— Sebastião, mas, todos só me chamam de Tatão!
— Pela sua voz, você é bem mais velho que o meu filho!
— Verdade, uns vinte anos mais velho; tenho 45 anos!

— Ele sempre falou que seu primeiro namorado tinha que ser mais velho, carinhoso e experiente para ensinar as coisas boas de uma relação homossexual; seja carinhoso com meu menino, tudo bem?
— Eu prometo, que eu o farei feliz e realizado minha sogra!

— Então seja bem-vindo a família, meu genro; no domingo o almoço é aqui em casa!
— Então até domingo!
O carro adentou a garagem ele estacionou em uma vaga ao fundo, vestiu uma bermuda de linho na cor creme; pegamos um elevador e descemos no quinto andar; ele abriu a porta do 502, me pegou no colo adentramos no imóvel.

Ele me levou para conhecer todas as dependências do apartamento é de 2 quartos, (sendo um suíte) com uma cama de casal, dois criado-mudo ao lado com um abajur sobre cada; armário de seis portas sala, com suas roupas e algumas peças sensuais da sua antiga moninha; cozinha francesa.

Banheiro com armário com pia de louça, espelho, nas partes dos armários com material de higiene: pasta de dente, sabonetes, material para maquiagem: Hidratante facial, base ou BB Cream; BB Cream é mais leve para o dia a dia, corretivo: Esconde olheiras e pequenas manchinhas pontuais, pó facial (compacto ou solto) .blush, máscara de cílios (Rímel) Lápis de olho ou caneta delineadora: Gel, Batom ou gloss labial tudo para deixar uma mona montada.
Cozinha com geladeira, micro ondas, todas as louças básicas destes talheres até panela de pressão, uma mesinha com duas cadeiras.

Sala com dois sofás um de três e outro de dois lugares; mesinha de centro, estantes com som, televisão e algumas fotos de uma mona lindinha de olhos de biquini fio dental em diversas poses com uma com um corpo com menos traços femininos que o meu deveria ter iniciado a sua transição hormonal a pouco tempo.

Eu indaguei: É ele?
Ele ficou sério e respondeu: Foi!
— Porque foi!
— Ele me trocou por jovem italiano da idade dele e foram morar na Itália!
— Você ainda o ama?
¬— Estou superando!
— Será que consigo fazer você esquecer ele?
— Lu vou ser sincero, se você linda e carinhoso como você é; se não conseguir ninguém consegue!
Um pouco depois uma campainha da porta tocou: “Plin-Plon” e o nosso jantar, eu vou colocar a mesa enquanto, fica bem bonito para mim; pode usar as roupas que você quiser do Pedrinho agora ele é Keli!
Do banheiro eu liguei para minha mãe; seguindo mais esse diálogo:
— Fala filho, tudo bem ai?
— Eu estou nevoso, mãe!

— Fica calmo, faz o que eu te ensinei; procura controlar os movimentos dele no momento da penetração; procura ficar de ladinho; coloca sua mão nos tórax dele vai controlando as estocada; nada de ficar de quatro; como que ele é?
— E tudo que sempre sonhei; um negro de mais de um metro e noventa de altura; musculo ; cento e dez quilo; um caralho de uns vinte e quatro centímetros, mais grossa que meu pulso; com uma chapeleta redonda como um cogumelo!

— Por todos os espíritos os protetores dos viadinhos; como você vai aquentar uma pica deste meu menino; você quer eu e seu pai vamos te buscar!

— Claro que não mãe, essa é vida que eu escolhi para mim; ele foi o macho que escolhi para me iniciar em como satisfazer um homem; se eu conseguir satisfazer ele eu serei capaz de satisfazer qualquer outro!
— Está certo, boa sorte filho!
— Brigado, mãe!

Foi no guarda-roupa, escolhi um mini camisola preta realçando com minha pele branca que deixou minha bundinha quase toda de fora, uma sandalha com salto Luiz XV, fiz uma boa chuca deixando meu cuzinho limpinho, tomei um banho; passei uma camada de óleo floral em todo o meu corpo.
Escovei os meus cabelos cheios e cacheados tingido na cor castanho claro; prendi com uma com uma tiara na cor arco-íris.

Ao na sala, ele estava bebendo uma taça de vinho branco seco sentado na cabeceira da mesa da sala de seis lugares; ao me avista ele disse: — Minha mona você é maravilhosa; dança pra mim?
Ele foi até o som e colocou uma um Funk proibidão dos anos 90, eu disse: — Sorrindo, Tatão eu não sei dança isso!
— Para que me enganar, seu tio me falou que você adora quebrar tudo no baile como uma putinha deixando os rapazes de pica dura!

— Assim, comecei a rebolar, fazendo o quadradinho e abrindo as nádegas com as duas mãos, deixando ele ver o meu cuzinho dando piscadas e descendo até o chão e subindo de novo; quebrando tudo.
Ele observando o meu cuzinho e masturbando aquele caralho descomunal, disse: — Lu meu viadinho, que cu lindo é rosadinho!

Eu subi na mesa e fui gatinhando até chegar a sua frente, beijei a sua boca, sugando a sua língua; ele ficou em pé e com suas duas mãos enorme levantou meu corpo, me colocando com a bundinha voltada para.
Arreganhou as minhas nádegas coma as duas pegou o seu dedo médio e passou a fazer movimento circular o buraquinho do cu, me fazendo gemer: hmmm, Tatão enterra, vai, enterra!

Ele passou a forçar, fazendo aquele dedão entrar nas minhas entranhas com movimentos lentos de vai e vem e um semigiro que me levava a loucura, hmmm, isso meu negão prepara meu cu receber a sua pica.
Ele tirou o dedo e unido o dedo médio com o dedo indicador, colou na minha boca e ordenou: — Chupa, enche de cuspe que eu vou enterrar os dois!

Eu passei a chupar sentido aquele gosto azedinho das minhas entranhas; escarrei: “Rarrr” e untei os seus dedos; ele encostou no meu cu e foi enterrando: — Aaaaaaiiiii, Tatão; está doendo!
Ele socou os dedos por uns cinco minutos, me alargando todo; em seguida passou a chupa meu cu; isso meu negão chupa esse cu que e todo seu; huuuuuu estou gozando Tatão, huuuuuuuu, huuuuuuu; me fazendo emundar a mesa de porra.

Em seguida eu recolhi um pouca da porra que eu havia expelido sobre a mesa, passei em toda a extensão daquele caralho preto, grosso e duro e segurando com uma das minhas mãos arrastei aquele negrão enorme até o quarto.
Beije a sua boca e disse: — Meu negro, tenha um pouco de paciência comigo; não esqueça que você vai ser o primeiro macho a comer o meu cuzinho!

— Então, eu vou deixar você conduzir a penetração, fica melhor assim?
— Obrigado pela compreensão meu macho; eu estou um pouco nervoso!
Ele se sentou com as costas encostada na cabeceira da cama e com aquela trozoba com a chapeleta para cima, disse: — Não fica nervoso que vai ficar tudo bem; vem, senta-se com esse cuzinho na minha chapeleta, vem, vem!
Eu fiquei em pé sobre a cama, com o seu corpo entre as pernas; agarrei o seu pescoço com uma das mãos.
Beijei a sua boca, chupando a sua língua me agachei ficando de cócoras sobre ele; e com a outra mão direcionei a sua chapeleta para o meu cu e fui soltado o peso do meu corpo sobre ele, fazendo aquela anaconda saltar para dentro das minhas entranhas: AAAAAIIII MEU CU TATÃO!

ME SOLTA, QUERO TIRAR ESSA PICA DO MEU CU, AAAAAAIIIII ESTÁ ARDENDO MUITO, AAAAAAIIIII!
— Calma viado, calma, calma; vamos ficar paradinho que já, já a dor passa minha putinha!
— Chorando como um criança: “há-há’, “há-há” senti escorrer um filete de sangue do meu cu; disse: — Meu amor, estou sangrando, huuuuuu, essa sua pica é demais, muito gostosa meu macho; é assim que eu sempre sonhei que seria a minha primeira vez com macho de verdade.

— Então agasalha a minha pica todo meu com esse cuzinho meu viadinho; deixa, deixa!
— Huuuuuu, assim!
— Isso, está entrando meu amor; você vai conseguir minha mona!
— Aaaaaaiiiii para que estou sentado em um ferro em brasa meu homem; aaaaaaiiiii estou sentido cada artéria da sua pica roçar o interior do meu e me arregando todo; que coisa gostosa; estou gozando de novo, huuuuuuu, huuuuuuuu, aaaaaaaaiiiii, huuuuuuuuu!

— Meu negro estou sentido seus pentelhos preencher o rego da minha bunda; está tudo dentro de mim, está, está?
— Puta que pariu, Lu; está tudo dentro de você; a outra só aguentava a metade meu amor!
Eu sorrindo, indaguei: — É verdade meu amor; ou você está mentindo só para me agradar?

— Verdade Lu, senti, são vinte quatro centímetros de pica todo dentro de você; meu parabéns minha mona!
— Então goza meu macho, que receber a sua porra dentro de mim, goza, goza!
Ele sem tirar a pica de dentro de mim, girou os nossos corpos sobre a cama; me colocando na posição de frango assado; ajeitando as minhas pernas abertas sobre os seus ombros.

Prendeu as minhas duas mãos de encontro o colchão e sobre a minha cabeça; agora eu vou socar, forte e fundo dentro de você até te encher de porra minha putinha!
— Soca meu macho, me arromba todinho soca, soca!
Ele iniciou lentamente, eu implorava, soca mais fundo, mais forte: AAAAAAAIIIII ASSIM, AAAAAAAIIIII; Até que gritou estou gozando, Lu, HUUUUUU, HUUUUUUU QUE CU GOSTOSO!
Eu e Tatão estamos junto até hoje, ele se tornou o homem da minha vida.

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