Fodendo com meu primo

Tenho 18 anos e tenho um primo chamado André que costuma vir muito em minha casa. Ele é loiro, alto, corpo esbelto, peludo e meio “ingênuo” em relação ao sexo. De um certo tempo para cá comecei a sentir algo estranho sempre que via ele e me dava muito tesão. Certo dia fiquei sozinho e liguei para ele vir até minha casa mas antes me vesti com uma camisa e um short bem curto sem cueca. Ele chegou e fomos ver televisão. Ele sentou no sofá e eu sentei em frente à ele com as pernas abertas para que meu pau aparecesse. Notei que ele olhava de vez em quando e ficou meio sem graça. Até sorria de vez em quando mas meu pau logo endureceu e não quis que ele percebesse então fechei as pernas até amolecer. Acabei tendo outra idéia. Chamei ele até o meu quarto e ficamos conversando um pouco com ele sempre dando uma olhada para baixo para ver meu pau que ficava fora do short. De repente tirei a blusa e o short e fiquei pelado na frente dele, só que de costas e sai andando para o banheiro dizendo que iria tomar

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Coroa dotado

Conheci um coroa em um site de encontro, ele tinha quase 50 anos mas era bem ativo, eu fiquei enrolando ele um tempo até que uma noite isso foi em 2021 eu liguei pra ele por volta de umas 18:20, disse que hoje eu queria ele, ele perguntou se tinha certeza pós estava saindo do trabalho, eu disse que sim então ele veio me buscar próximo de casa, eu fiquei esperando ele chegar, então um carro parou eu entrei e fomos pro motel mais próximo, ele me contou que era casado mas que não estava dando certo, então chegamos no motel e fomos pro quarto, confesso que foi um sexo muito rápido, mas foi bom demais, sem muita enrolação quando entramos no quarto ele foi tirando logo a camisa eu já tinha tirado quase toda a roupa, então fiquei na frente dele e tirei a minha parte de baixo e me ajoelhei pra ele e tirei a calça dele e quando vicentímetros 🤤 eu pegue e comecei a acariciar e depois botei na boca e chupei e começou a ficar duro então ia enfiando na boca o máximo que conseguia e ficava mais duro, e comecei a fazer garganta

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Pagando o aluguel

Olá.

Eu vou relatar algo que aconteceu semana passada.

Eu comecei a dividir o apartamento com meu primo. Estou estudando em outra cidade. Meus pais mandam dinheiro para ajudar. Mas quase nunca é suficiente. Faço estágio mais ainda é pouco.

Esse mês eu atrasei a minha parte. Mas meu primo disse que tudo bem. Que ele iria cobrir minha parte.

Mas que eu ia ficar devendo ele.

Meu primo tem 27 anos. Cursa engenharia.

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Banheirão da rodoviária

Pra começar vou me apresentar. Meu nome é Leonardo, tenho 19 anos e moro no interior de São Paulo na cidade de Catanduva.

Tenho 1,70, Peso 76 kg, sou fortinho, bundudo, meu pau é pequeno (14 cm), mas é bem grosso e lisinho, cabelos negros, olhos castanhos claro, boca carnuda e aparentemente bonito. Sou bem discreto nem aparento ser gay, mas isso não quer dizer que não seja safado e bem puta quando vejo uma rola grande e grossa na minha frente. Mas não dispenso um cuzinho gostoso também.

Meu amigo Lucas (nome fictício porque ele é casado) sempre me contou das aventuras dele pela cidade. E recentemente me disse que o banheiro da rodoviária na época dele era um fervo e tal a partir das 16h da tarde.

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Perdi meu cabaço para o mecânico

Perdi meus pais ainda criança num acidente de carro provocado por um motorista embriagado e sem habilitação dirigindo em alta velocidade na contramão de uma rodovia. Após a tragédia, da qual tenho vagas lembranças, embora não tenha estado com eles quando ocorreu, mas que me foi relatado, na ocasião, para que eu pudesse compreender porque nunca mais voltaria a vê-los. E também, para que soubesse do motivo de ter de me mudar para a casa da tia Madalena, o único parente que me restava.

Tia Madalena era a irmã mais velha da minha mãe, dez anos para ser mais exato, e morava numa cidade do interior com o marido. Eram um casal sem filhos por algum motivo que eu desconhecia, pois ela era uma quarentona opulenta e fogosa quando fui viver com eles. No mesmo ano em que concluí o ensino fundamental, ela ficou viúva, dois anos depois do marido ter sido diagnosticado com câncer.

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O dia que fodi meu primeiro cu

Boa pinta, num corpão atlético e musculoso com quase um metro e noventa de altura e pouco mais de cem quilos, cara de macho que uma rola bem desenvolvida validava, eu nunca tive dificuldade para atrair a mulherada e foder suas bucetas. Desde a adolescência eu me destacava entre os colegas do colégio, tanto nos esportes quanto na conquista das meninas mais gostosas. Nem meu nome, Ronaldo, encurtado entre a família para Aldo e, mais constrangedoramente para a minha avó de Aldinho, impediam meu sucesso, embora fora de casa eu adotasse um dos meus sobrenomes, Brandão, que me soava mais viril e condizente com a minha compleição física. Aliás, desde a puberdade eu me achava mais macho do que o restante da molecada, pois tinha a maior rola dentre eles. O que também me levou a ser mais ousado e encrenqueiro, devo admitir. Fora meu vocabulário que tinha mais palavrões

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