Padre me fazer gozar na sauna

São Paulo é um lugar maravilhoso para não se sentir sozinho. Você circula pelas ruas rodeado por mais de 11 milhões de pessoase e nem sempre se ouve o português. Para a sorte, boa parte dos homens – rapazes, maduros – gatos são gays (enrustidos ou não) e brincam de sarrear com você.

Por outro lado, o frio da cidade pode ser mais cruel que o frio do clima dela. A solidão não é vencida pelas 11 milhões de pessoas. É nessa hora que o conforto só acaba sendo possível encontrar no aconchego da sauna gay. Sendo novo pela cidade, trabalhando e morando há menos de 1 ano, tudo passa a ser assustador.

Pois bem! Pisei com sensação de alívio na entrada da 269 (época antiga). Por lá, já dava para sentir o calor gostoso o suficiente para largar casacos, largar até a roupa íntima. Tava enfiadinha. Me animei e peguei uma suíte. Em 3 segundos, eu já estava ajeitando meu pau duraço por dentro da toalha recém-colocada. Um tesão pairando o ar.

Bastou uma caminhada até o segundo andar e encontro um mega sofá de três andares que dá para ver uns 30 caras se comerem uns aos outros em uma mega orgia. Cores, tamanhos, coxas, necas, cheiros, dorsos, sabores. NECAS CHEIAS DE VEIAS DURAÇAS. Mergulhei e deixei que fizesse o que mais gosto. Ser dominado. Um cara me beija, dois começam a mordiscar meus mamilos (ponto fraco), meu pinto, minhas bolas e mais dois fazem eu punhetar as brocas deles. Questão de segundos, meu cu já estava sendo enrabado. Irresistível.

Eis que um homem se sobressai. Branquinho, muito peludo, em forma sem estar musculoso, cabelos negros, tudo de bom. Me chupa de um jeito enlouquecedor. Diferente do que se sente todo dia. E essa boca me puxa para fora do grupo. Que tesão do caralho aquele oral. O levo para meu quartinho. De lá de dentro ele não sairia sem uma foda. O arranco a toalha, colocou a mão dele no meu pau. Desço e conheço a abocanhar aquela jeba com fome. Tinha 19 cm. Maior que a minha. Que picolé dos deuses.

Ele gemia com gosto. Dava prazer de ver. Ela me empurra para a cama, me chupa de novo para me deixar em êxtase. Depois disso, tudo foi mais rápido. Peguei o gel e enfiei no cu dele rosa e apertado. Lambuzei minha jeba cabeçuda e fui com tudo na rabão dele redondinho. Que prazer. Sentia centímetro por centímetro do cuzão dele. As pregas se abriram. Os gritos de prazer e dor eram emitidos. Ele goza em encostar no pau e com gana de mais. Volta a rebolar no meu pau com ânimo. Estocava, estocava, e ele gemias como putinha. Fechei os olhos, minhas pernas tremeram e gozei ao menos sete jatos de porra grossa, branca e quente. Um leite.

O cara tirou a camisinha e muito acumulado ficou. Quase estourou. No final, enquanto se conhece e é mais conhecido pelo bofe, ele solta: “Sou de fora de São Paulo. Moro no interior. Perto de Marília”. “O que você faz lá”, respeitei a minha aumentada curiosidade. Ele solta: “Sou padre”. Fiquei em choque. Não achava que padres eram capazes dessas coisas. Outro planeta. Até porque já fui coroinha um dia. E ele era. Santa sauna. Santo encontro. Santo oral.

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