Com o caminhoneiro no banheiro do posto

Olá tudo bem? Andei meio sumido do site mas hoje tô com insônia e com um tezão fodido então resolvi contar mais um caso.
Eu fui frentista/vigilante no turno da noite num posto que atendia caminhoneiros, e acontecia muita coisa, muita putaria que eu ficava sabendo e fazia também quando surgiam oportunidades.

Já eram 23h e meu turno ainda nem tava na metade, o movimento tava tranquilo, bem tranquilo. A maioria dos caminhoneiros já tinham tomado banho, jantado e estavam dormindo, quando chegou uma carreta volvo vermelha, acho que tava carregada com madeira, e encostou na bomba mais distante do caixa.

Fui de prontidão atender e desceu um caminhoneiro bronzeado, barba estilo lenhador, boné da firma, regata, bermuda e chinelo. Tinha por volta da minha altura, 1,70, mas era parrudinho, forte. Estava com cara de cansado, provavelmente dirigiu o dia todo, mas me cumprimentou com um sorriso:
_Boa noite
_Boa noite! Bom? Respondi.
_Tudo na paz.
Tinha uma voz forte e grave. Eu já estava com tezão mas aquele caminhoneiro mexeu comigo ainda mais.
Enquanto eu abastecia a gente foi trocando ideia, de onde ele era, o que gostava de fazer e tal. O tezão foi me dando coragem e depois que terminei o abastecimento e ele pagou eu fiquei por ali admirando.
Ele começou a mexer na dispensa que fica embaixo da carreta e tirou alguns galões d’água pra encher e eu fui ajudar já que não tinha mais clientes pra atender.

Continuei pixando papo até que ele entrou pra baixo da carreta pra mexer em algumas coisas e eu fui junto.
Passei a mão na lateral da barriga dele como quem não quer nada enquanto conversava e ele não recuou. Desci a mão e peguei no pau dele sobre o calção e ele nao disse nada, inclusive ficou enrolando no que estava fazendo pra que eu oudesse alisar seu cacete mais um tempo.
Meio desconfiado mas sorridente ele perguntou:

_Não tem um lugar bom pra nois aí, não?
Pensei um pouco…
_No banheiro.
Saímos de baixo da carreta e ele foi até a cabine, pegou uma toalha, sabão e umas roupas. Me encarou enquanto trancava o caminhão e foi em direção ao banheiro.
Disfarcei um pouco mas nem tanto, o tezão tava de mais. _Hehehe_ E fui pro banheiro também.
Estava vazio e ele estava me esperando na área dos boxes de banho, entramos rápido e ele fechou a porta.
Não perdi tempo, queria abraçar o cara, mas como eu tava com o uniforme do trabalho já sujo de graxa e óleo só fui direto chupar.
Desabotoei a calça dele e abri o zíper, baixei a cueca e tirei o pau grosso moreno meia bomba pra fora. O cheiro de rola, um dia inteiro de mijo e trabalho chegou no meu nariz. Tezão do caralho já tava explodindo meu pau na cueca.
Meti a rola dele toda na boca, aquele gosto de pica de homem macho… caralho… coisa de louco. Eu gemia e engolia o caralho que foi ficando mais duro e maior, até que batia fundo na garganta me fazendo engasgar. Já tava saindo lágrimas dos olhos mas eu chupava com vontade. Ele segurava atrás da minha cabeça forçando o vai e vem rápido. Eu ouvia os gemidos dele com a voz grossa.
Pra dar um descanso pra minha boca eu tirei o pau e cheirei o ovo do caminhoneiro. Baixei mais a calça dele e chupei o saco, deixei bem babado. Passei a língua embaixo do saco dele o mais perto do cu que eu consegui, mas a língua não chegou lá e ele não abriu as pernas pra facilitar… _machão… fazer o que?_… puxou minha cabeça pra cima e forçou na rola de novo. Meteu sem dó e segurou, engasguei forte… _O safado tava judiado de mim_.

Cuspiu uma bola de cuspe no pau, molhou minha cara, gostoso de mais. Passou a pica e o saco na minha cara toda.
Então ele fez sinal pra eu levantar e perguntou:
_Cê dá o cuzinho também ou só chupa?
Porra, eu não tava muito a vontade pra dar, então eu mandei a real.
_E se eu te sujar?
_Oxe, tem nada não. Eu me lavo aqui.
Deu nem tempo de eu pensar, já foi colocando a mão na minha cintura e me virando de costas, baixou minha calça e minha cueca e deu outra boa cuspida no cacete.
Senti a cabeça do pau bem molhada na portinha do meu rabo forçando, durasso. Entrou lizo, o tezão que eu tava e a cuspada que ele deu fez o pau entrar com tudo.
Abriu meu rabo sem dó. A dor que veio o tezão cobriu e o gemido e a careta que eu fiz só fez o caminhoneiro querer meter mais.
Eu senti o saco dele na porta do meu cu e a barriga dele na minha bunda, empinei mais o rabo e tava tudo dentro.
Sem perder tempo ele meteu acelerado:
_tome, tome, tome…
Socava rápido e falava baixinho:
_Tome.
Apertava minha cintura com as mãos e eu batia uma punheta leve pra não gozar mas meu pau tava babando de mais.
Ele pegou no meu pescoço e me abraçou passando o outro braço em volta da minha barriga. Me empurrou pra parede e colou a barriga dele nas minhas costas e botou o rosto na minha nuca com a boca no meu ouvido.
Porra… sentia o pau dele no meu rabo, o corpo peludo suado nas minhas costas e o bafo quente dele no ouvido. Gemendo baixinho mas bem grosso:
_huu… hum… huuf…
Ele foi socando fundo e como eu já não tava aguentando, gozei. Gemi e esporrei na parede. Meu cuzinho piscando e apertando a pica do caminhoneiro. Gozei muito, minha porra escorrendo na parede azul do box.
Sentindo meu cozinho mordendo o pau dele, o caminhoneiro fungou mais forte.
_Vo goza… Vo goza…
Apertou forte meu corpo, forte pra caralho, chegou a doer minha barriga, socou a pica no meu rabo até onde deu. Enfiou fundo. Senti a primeira jatada lá dentro, aí ele relaxou por 1 segundo, respirou forte e meteu fundo de novo. Me deu mais uma leitada, voltou e fez mais uma vez.
Porra acumulada de uns dias só na punheta, talvez, ou o macho era um touro. Foi uma gozada gostosa, farta. Senti meu rabo cheio.
Ele ainda ficou com o pau dentro e deu mais umas pulsadas.
O braço forte do macho me segurando, a barriga suada dele nas minhas costas, a respiração cansada no meu ouvido, meu pau todo gozado e o cu cheio de porra. Difícil esquecer aquela foda.

Ele tirou o pau e tava limpo, ainda bem que não sujei o homi.
Subi a calça e a cueca e sai, deixei o caminhoneiro peladão indo tomar banho e voltei ao trabalho todo gozado. O caminhoneiro estacionou e foi dormir.
Senti meu cu melado de porra o resto do turno e eu sentava na cadeira só pra sentir o gozo dele molhado na minha portinha.
Quando cheguei em casa de manhã cedo, ainda saiu gozo do macho. Bati mais uma lembrando de tudo o que tinha rolado. Sorte do caralho… melhor turno.

Espero que tenham gostado. Se leu até aqui, saiba que é real e aconteceu mesmo, posso ter dado uma enfeitada mas o caso é verídico.
Obrigado por ler.
Vou dar uma gozada e tentar dormir. Valeu.

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