Na minha primeira vez dei muito pro amigo de infância

Meu nome é Pedro e atualmente tenho 22 anos. A história que vou contar-lhes aconteceu quando eu tinha 18 anos. Sempre tive alguns amigos, mas dentre eles o que mais se destacava era o Guilherme, pois estudamos juntos desde a sexta série do ensino fundamental e a partir dali firmamos uma forte amizade. Ele sempre foi maior que eu e mais forte, então a todo tempo me protegia dos caras maiores que queriam brigar comigo, por isso, muitos meninos gostavam de me chamar de “mulherzinha do Guilherme”, no fundo isso não me irritava. Teve uma vez que ele chegou a se machucar para me proteger. Talvez por tudo isso, eu fui me apaixonando por ele, o carinho de amigo se tornou em um forte amor. Ele era super gente boa, parecíamos irmãos, chegávamos a andar com seu braço sobre o meu ombro e ele sempre gostou de apalpar minha bunda de brincadeira, mas tudo aquilo era novo para mim e eu tentava não imaginar coisas demais para

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Professor de educação física da faculdade

Tenho 21 anos, 1,70 de altura, 60kg, pele branca e cabelo preto.
Sou estudante de nutrição e estamos tendo aula EAD mas precisaríamos fazer um projeto na faculdade com outros estudantes, dentre os cursos minha sala ficou com os estudantes de educação física, em que tirariamos medidas, analistas dieta e mais outras coisas.
Chegando lá nos apresentamos e conseguimos, tinha muito cara gostoso lá, a maioria tudo alto e forte, alguns bem sarados mas me concentrei na atividade que valia nota.

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Meu primo deixou o cuzinho pra mim

Olá a todos, meu primeiro conto se trata de iniciação e descoberta com meu primo como diz o tema.
Éramos jovens com a mesma idade, ambos com 18 anos porém meu primo tinha aparência de mais novo e com feições mais femininas. Loirinho e olhos claros, tipo uma boneca mas nada que mostrasse sua opção sexual. Nem sempre fomos muito próximos, nós víamos pouco com espaço de alguns meses.

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Batendo Uma Para o Desconhecido do Ônibus

Todo dia vou trabalhar de ônibus, e demorei para perceber que tem um cara que entra no ônibus uns dois pontos depois do meu, e não importa onde eu esteja ele fica perto de mim, se estou sentado no banco individual ele fica em pé do meu lado, se estou no banco duplo e um está vazio ele senta do meu lado e quando estou em pé ele fica atrás, e eu demorei para notar isso, só percebi na semana passada quando eu estava sentado em um banco individual e ele entrou e ficou em pé do meu lado, eu estava no fundo do ônibus e tinha lugares vagos e se ele queria ficar em pé tinha outros espaços, mas ele escolheu ficar do meu lado.

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Dando para o Tio

Olá queridos, como estão? Espero que estejam todos bem. Vou contar o que aconteceu comigo, há alguns anos.

Tinha 18 anos, e já tinha perdido a virgindade com meus primos ( para ver minha descrição, só ir nos outros contos).
Fui passar 10 dias na casa desse meu tio, viúvo, sem filhos. Eu estava passando, por uma crise de ansiedade, então minha mãe achou por bem, eu mudar um pouco de local, meu tio morava no interior, então lá fui eu. Meu tio morava em uma casa de três cômodos, sendo cozinha, sala e quarto, e um quintal enorme, ao qual ele pretendia aumentar mais a casa. Fiquei sabendo que iria dormir, no quarto, em um colchão.

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Virei a putinha do quartel

O quartel sempre foi um local que me despertava desespero. Tinha pânico em pensar que iria entrar para o exército e fiz de tudo para não ir, inventei doenças, históricos que não existiam durante as entrevistas, mas não deu. Entrei mesmo assim. Tudo era como havia pensado. O sargento era um escroto assim como os meus superiores. As coisas boas eram as amizades, os homens, o cheiro de testosterona… Os banhos coletivos, os meninos andando seminus à noite… Para um puto como eu era tudo que queria. Sou macho e gosto de macho. Meu sexo é forte e com pegada… Gosto de pau cabeçudo que me fode gostoso e com força. Desde muito moleque sabia o que gostava e como fazer… Assim como aconteceu nos meus tempos de quartel…

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Revivendo a adolescencia 25 anos depois

Meu voo estava atrasado, o aeroporto de uma cidade próxima estava lotado, eu esperava há horas e após muita reclamação, fui atendido pelo supervisor que finalmente providenciaria um voo p/ mim. Após tudo resolvido, o supervisor me perguntou: você não me reconheceu né? Olhei com cara de surpresa, tentando identificá-lo e falei com sinceridade, meio envergonhado; perdoe-me, mas não consigo lembrar!
Ele sorriu e disse: sou eu, Fred lembra-se? fomos vizinhos em “tal cidade “ quando menores! Suas palavras ativaram um filme em minha cabeça, fomos vizinhos quando éramos adolescentes, estudamos na mesma escola e durante quase um ano, descobrimos aos poucos e juntos os prazeres do sexo um com o outro. Era raro um dia em que não tocávamos punheta um p/ o outro, fazíamos 69 e troca-troca. Éramos amigos inseparáveis e da mais alta confiança, até que seu pai foi transferido para longe pelo banco e nunca mais tivemos contato.

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O pai do meu melhor amigo

Conheci o Mario quando ele se transferiu para o meu colégio no início do segundo semestre letivo no ano passado. A turma já estava junta há um ano e meio e havia formado grupinhos como é comum em todo grupo de adolescentes. Havia o grupo das meninas mais bem vestidas e populares, no contra ponto o dos meninos mais sarados e disputados pelas garotas, o dos nerds que tinham seus cadernos de anotações requisitados a preço de ouro às vésperas das provas, o dos pit-boys que procuravam qualquer pretexto para tirar suas diferenças a tapas uma vez que eram praticantes desta ou daquela modalidade de luta oriental e, mais um ou outro elemento isolado que não se

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