Aventura deliciosa no cine pornô do centro de SP

Eu outro conto falei das primeiras vezes que fui em cinemas e algumas coisas legais que já rolaram, agora vou buscar recordar algumas coisas excitantes que tive, em outro conto falarei do cine com travestis que foi o melhor dia e merece um exclusivo. Já contei que gosto de trans, cdzinhas e afeminadas, algo mais feminino me excita muito.. e sexualmente curto de tudo, sendo mais ativo.

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O Caseiro da chácara

Senti sua mão pesada no meu rosto. Rubião me bateu novamente, como tem feito nos últimos anos que estamos juntos. Para ele, atos assim são normais entre casais, e eu acho que o mais difícil pra ele sempre foi aceitar que agora somos um casal, apesar de ter sido ideia dele vivermos juntos como um casal. Rubião é um homem muito agressivo e violento, que sempre viveu no mato entre os animais e vida selvagem. Nunca sequer foi na cidade grande, vivendo na chácara do meu pai desde que eu era criança. É um homem tão rude que nunca usou shampoo, sabonete, perfume e desodorante por considerar itens extremamente desnecessários e femininos. Banho só quando não há mais jeito.

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O putinho me cantou no elevador

Quinta-feira, um puta calor, chego em meu prédio após a academia. Pego o elevador na garagem e ele para no térreo. Sobe um garotão de uns 21 anos, mais ou menos 1,72m, uns 80kg, bermudão, camiseta, tênis nos pés, pernas peludas, fortão, bonito e gostoso. Quando me viu deu aquela secada. Eu estava de short vermelho de nylon justo, camiseta regata branca. Vi que ele apertou o 11º e eu moro no 9º. O puto encostou no fundo do elevador e eu estava mais a frente, senti que o puto me olhava, mas caçar macho no prédio em que se mora é foda. Fiquei na minha. Ouvi ele dizer: calor do caralho, né? Muito – respondi. Tava malhando? – ele perguntou. É, tava – falei.

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Comi e fui comido

Ja escrevi outros contos aqui, tava criando coragem de colocar esse, quando me lembro do acontecido, ainda fico de pau duro.

Aconteceu a alguns dias, eu estava de bobeira em casa sozinho, na net, pra variar, numa sala de bate papo, quando entra um cara com nome de “gosto de chupar”, essa foi a deixa, adoro receber uma boa chupada.

Me perguntou se estava afim, na mesma hora disse que sim, como a noite estava so começando, marcamos de nos encontrar uma hora depois, sem foto, sem saber muito um do outro.

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Fudendo gostoso o motoboy do delivery

Depois de umas paradas cheio de tesão como essa que vou contar aqui eu concluí de verdade o porque de eu não gostar muito de fodas de aplicativos de pegação. Primeiro, os caras nunca são verdade o que falam, botam umas fotos fora da realidade, você nunca consegue agradar ninguém, é tudo um monte de gente querendo fuder, mas querem que seja estilo Cauan Raymond. E foda boa mesmo é aquela que surgi do nada, você bate o olho e senti tesão, olha, repara a bunda e decidi que quer fuder com aquela pessoa. Daí começa a rolar os olhares, as maldades, até você fisgar o carinha. Ou pelo menos tenta.

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Taxista casado não resistiu a minha boquinha

Como falei no conto “Mamando o flanelinha na rua”, acabei chamando um taxista ao invés de uber pra voltar pra casa.
Eu tenho muita tara em taxista, ainda mais se tiver cara de safado, aquela mala marcada, sem falar que eu tava querendo mais pica depois de ter chupado o flanelinha na rua, tava decidido a ir puxando conversa pra ver se rolava algo.
O táxi chegou, o nome dele era Roberto. Dei bom dia, pois já tava meio claro, mas confesso que na hora achei que nem ia rolar nada.

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