Pai e filho na quitinete

Após 17 anos de casamento e um filho, minha esposa me deixou. Sempre foi uma mulher ausente na casa, no nosso casamento e na educação do nosso filho Tiago. Sua preocupação maior sempre foi a carreira e os compromissos com amigos do trabalho. Devido ao meu amor e ao nosso filho, sustentei nossa relação todos esses anos. Nos dois últimos anos, a relação dela comigo e com o filho foi-se tornando cada vez mais insustentável. Há alguns meses, ela nos comunicou que se separaria de nós e que viveria com o dono da empresa na qual trabalha, pois isso seria muito bom para a sua carreira. No entanto, exigiu que nosso apartamento fosse vendido e dividido em duas partes, pós ela tinha planos para o dinheiro que receberia. E determinou que o Tiago viveria comigo, pois não tinha como levar um filho adolescente para viver com seu novo marido. Apesar do choque, até meu filho achou que a separação era a melhor solução, uma vez que confirmava o que não gostávamos de aceitar, ou seja, que nós dois não tínhamos importância para ela.

A maior surpresa foi quando, no dia seguinte, o gerente de uma imobiliária me ligou dizendo que precisava de meus documentos pessoais, pois a venda do apartamento estava certa. Por instantes, fiquei mudo, surpreso, pois minha mulher já havia planejado tudo antes de nos comunicar sua decisão. O gerente da imobiliária ainda disse que sabia que eu e meu filho precisaríamos de um novo apartamento e ofereceu-me algumas opções. No entanto, por não ter dinheiro guardado, a única quantia de que eu dispunha era justamente a minha parte na venda do apartamento. Ele então me ofereceu uma quitinete muito bem localizada próxima à Av. Paulista e à Consolação, em São Paulo,

próximo a tudo de que precisaríamos. Como a venda do apartamento estava decidida e precisássemos mudar logo e arranjar outro lugar, sem muito pensar aceitei a proposta do gerente e marquei naquela mesma tarde de levar-lhe as xérox dos meus documentos e ir ver a quitinete.Realmente a quitinete fica numa excelente localização, privilegiada mesmo! Embora muito pequena, era o suficiente para meu filho e eu recomeçarmos nossas vidas até arranjarmos algo melhor, com mais privacidade pra ambos, uma vez que meu filho sempre teve seu próprio quarto, com espaço para todas as suas coisas. A quitinete é muito pequena e, para nossa tranquilidade, estava mobiliada de forma a maximizar o pequeno espaço. À entrada, à esquerda, um grande guarda-roupa com dois corpos, um de cada lado da cama de casal, acima da qual portas de armários aproveitava bem o vão. Logo em seguida, no centro da outra metade da quitinete, uma mesa com quatro cadeiras. Por toda a extensão da quitinete, próximo ao teto, armários e

prateleiras aproveitavam cada espaço. No chão, encostados às paredes livres, mais armários. Tudo muito bem planejado, perfeito para nossos livros, cds, dvds e tantos outros objetos de decoração, porta-retratos e lembranças de viagens. E ainda, entre os armários do chão e do alto das paredes, havia vãos para alguns quadros. Ao fundo, à esquerda, algo que poderia ser chamado de cozinha, aberta, pequena e funcional, com uma pequena parede separando o fogão com coifa da máquina de lavar encimada por uma secadora de roupas; à direita, um minúsculo banheiro com pai, privada, armário para produtos de limpeza e um pequeno box de vidro transparente. O banheiro, apesar de não ser aberto como a cozinha, não tinha porta, pois não tinha como abrir uma nem para dentro nem para fora, devido ao pequeno espaço. Foi o único ponto negativo que vi no planejamento da quitinete, habitada anteriormente por um homem solteiro e que não viu necessidade da porta no banheiro. O negócio foi fechado no dia seguinte e no final de semana meu filho Tiago e eu já estávamos morando lá, tendo, no entanto, de nos desfazer de muitas coisas que não cabiam na quitinete.Quando levei meu filho para ver nosso novo lar, foi visível sua decepção. Sair de um bom e espaçoso apartamento para aquele “apertamento”, como ele disse. Viu problema em tudo: não teria uma cama só para ele, tendo de dormir na mesma cama comigo; sua parte do guarda-roupa era insuficiente para suas roupas; a cozinha mal dava para se movimentar; o banheiro sem porta e sem privacidade… chegou a xingar a mãe e começou a chorar. Abracei meu filho e disse-lhe que aquilo era provisório… assim que fosse possível, nos mudaríamos para uma apartamento maior, onde ele teria muito espaço para si. Falei-lhe também que para mim não estava sendo fácil, mas que não havia melhor solução no momento do que essa. Ele parou de chorar e começamos a arrumar nossas coisas trazidas para nosso novo lar.

O começo foi difícil e procuramos preservar nossa privacidade individual ao máximo. O pior era na hora de ir ao banheiro, pois não só poderíamos ser vistos sentados na privada, mas, o mais desagradável, ser ouvidos na hora de defecar ou de soltarmos os gazes. Tanto eu quanto o Tiago fazíamos o máximo para não sermos ouvidos, embora não fosse fácil. Descobri logo o primeiro dia que da cama era possível ter uma visão total do box e, portanto, de quem estava tomando banho. Conversamos logo nos primeiros dias sobre isso e que teríamos de nos adaptar bem à nova realidade. No início, andávamos de cueca pela casa; banho? sempre de costas para a abertura destina à porta; saíamos do banho enrolados em toalha e colocávamos a cueca ainda com a toalha presa à cintura. Não estávamos acostumados à nudez na frente um do outro. Lembrei-me, então, que quando pequeno, no clube que

frequentávamos, meu pai dizia que homem não precisa ter vergonha de homem; por isso, no vestiário, os homens tomavam banho em chuveiros sem box ou divisões. Comentei isso com meu filho e que seria inevitável, em algum momento, nos vermos nus. Na mesma noite dessa conversa, ainda na primeira semana em que estávamos na nova casa, tomei meu banho sem me preocupar em virar de costas para o espaço de entrada do banheiro. Olhando para meu filho deitado na cama vendo televisão, notei várias vezes que ele olhava para mim e que desviava os olhos quando eu o olhava. Saí do banho, me enxuguei e fui sentar na cama nu, enxugando os cabelos com a toalha. Perguntei a meu filho se ele não iria tomar banho; ele nada disse, apenas levantou-se, tirou a cueca na minha frente e foi para o banho. Pronto! Havíamos superado uma barreira entre nós. Quando ele saiu do banho, eu estava ainda nu recostado à cama vendo televisão e ele veio nu se enxugando; perguntei-lhe se ele não se sentia melhor e mais à vontade conosco assim, nus, sem vergonha. Ele sorriu e disse que era legal sim mas que ainda precisava se acostumar mais.Eu lhe respondi que eu também precisava e que isso se daria com o tempo. Ficamos recostados na cama vendo tevê até dormirmos, sem nos incomodarmos com nossa nudez.

Já havia reparado que meu filho, assim como eu, acordávamos com nossos paus duros, a famosa ereção matinal. Na primeira semana, como dormíamos usando cueca, só dava para ver o pau duro marcando a cueca. Nada comentávamos, para um não constranger o outro. Agora, dormindo nus, era impossível não percebermos nossos paus duríssimos e meio que pulsando a cada manhã. Houve uma manhã em que acordamos virados um para ou outro e nossos paus duros se tocaram. Sem saber o que fazer ou dizer, nos olhamos e começamos a rir. A ereção espontânea, por ser natural nos homens e por sermos apenas nós dois em casa, passou a acontecer sem qualquer inibição de nossa parte. Estávamos experimentando uma liberdade que nunca antes tivemos, o que também estreitava nossa relação de pai e filho. O Tiago me disse, inclusive, que agora estava curtindo muito mais viver naquele “apertamento” do que no antigo, além de haver muito mais tranquilidade vivendo ali apenas nós dois.
Duas semanas depois, em dois dias seguidos, houve a instalação do telefone com internet banda larga e a tevê por assinatura, transferida do antigo apartamento.

Quando cheguei em casa à noite, no mesmo dia em que instalaram a internet, encontrei meu filho na cama com o notebook nas pernas. Ele tentou disfarçar, mas era evidente sua excitação, devido à seu pau que estava melado. Eu sorri – provavelmente um sorriso que o fez compreender que eu sabia o que ele fazia – e apenas lhe perguntei se a internet estava funcionando legal. Ele disse que sim e eu lhe disse que ele podia ficar à vontade, continuando que estava vendo. Deixei-o na cama com o notebook, tomei um banho e, nu, fui fazer nosso jantar. Olhando o Tiago de vez em quando, percebia-o alisando levemente seu pau, que pulsava de tempos em tempos.
Chegada a TV por assinatura, de madrugada acordei com insônia. Procurava não me mexer muito para não incomodar o Tiago; mas o sono não vinha e resolvi ligar a tevê. Fui procurando alguma coisa interessante para assistir e nada encontrei. De canal em canal, parei no SexyHot e fiquei assistindo, com o volume quase no mínimo a fim de não acordar o meu filho, mesmo pq nesses filmes não há necessidade muito de som, por inexistirem diálogos inteligíveis, somente gemidos, que mesmo com o som bem baixo eu podia ouvir. Passei a alisar minha rola endurecida, bem discretamente. Após um bom tempo assistindo às cenas que se sucediam – tempo esse que não sei precisar quanto –, meu filho acordou e viu o que eu estava assistindo. Ergui levemente a perna para que ele não visse meu pau melado e ele sentou-se na cama; num instante seu pau estava duro. Perguntou-me que filme era aquele e eu disse que nem sabia o título, que estava mais interessado nas cenas. Ficamos comentando cada ação, cada chupada de rola pelas mulheres, pelas lambidas nas xanas que os caras davam, as penetrações sempre por paus enormes e o gozo, invariavelmente na cara e boca das mulheres. Perguntei a meu filho se ele já havia feito algo semelhante e ele me disse que não. Aí me perguntou se eu já havia feito. Eu disse que sim. Ele quis saber se a mãe dele fazia tudo aquilo. Fui obrigado contar-lhe que não. E lhe disse que, na verdade, havia anos que sua mãe não mantinha relações comigo, alegando sempre estar cansada e indisposta. “E como você fazia?!!!”, perguntou-me surpreso o meu filho. Eu dei um sorriso amarelado e lhe disse: “Por que você pensa que eu assinei esses canais de sexo e passava horas na internet?!” Ele então me disse que não sabia como eu aguentara a mãe dele tantos anos, se ele, o filho, não conseguia faze-lo. “Vamos voltar ao filme que é melhor e mais prazeroso”, disse-lhe eu, rindo. Com naturalidade, peguei no meu pau e comecei a me masturbar, vendo o filme. Meu filho, vendo-me com o pau na mão, começou a bater punheta também. Na cena em que o homem gozou na cara da mulher, o Tiago deu um gemido, que me fez olha-lo, e ejaculou forte na barriga, peito, pescoço e rosto voando dois jatos acima de sua cabeça, que escorreram pelos livros que estavam na cabeceira da cama. “Porra, filho, que esporrada homérica!!!!!”, comentei eu rindo e gozando em seguida sobre meu peito e barriga. Espalhando minha porra pelo meu corpo, relaxei e acabei dormindo. Acordei no dia seguinte com a porra seca em meu corpo. Olhei para meu filho e vi sua porra também seca por todo seu corpo, pescoço e rosto. Ele também devia ter dormido em seguida após o gozo.
Depois dessa noite, acabaram-se várias barreiras entre nós. Sabíamos que ambos curtíamos sacanagem seja na internet, seja na teve. Assim, quando um estava vendo ou tecendo sacanagem na internet, o outro ou ficava vendo junto ou assistia a um filme pornô. Meu filho preferia ver sites com fotos e vídeos pornográficos; eu preferia bate papo sobre sacanagem, às vezes com mulheres, às vezes com homens que curtem falar sobre suas mulheres. Passamos a assistir juntos os filmes do canal adulto, sempre batendo e comentando as cenas, gemendo em algumas muito tesudas. O Tiago, devido aos hormônios e à idade, gozava várias vezes durante o filme, como eu também gozava quando tinha a sua idade. Agora, só consigo uma três vezes, reduzindo a cada uma a quantidade de porra. Ele, porém, mesmo diminuindo a cada esporrada, nas cinco ou seis gozadas ainda soltava jatos fortes e abundantes. As duas primeiras sempre voavam acima de sua cabeça, melando os livros que ficavam atrás de nós. Já havia um rolo de papel toalha por perto para limpar, mas percebi que alguns estavam ficando manchados. Por isso, pedi a ele que ao invés de gozar diretamente para cima de si, desviasse um pouco para na cair nos livros. Na próxima vez em que estávamos nos masturbando, dessa vez vendo juntos um site na internet, ele se excitou tanto com uma foto que não conseguiu controlar o gozo, mas lembrou-se do meu pedido. Desviou um pouco o pau para o meu lado e esporrou. Como eu estava muito próximo a ele, seus jatos atingiram-me cm força parte da barriga, peito, pescoço, cara, cabelos e… boca. Fingi que não havia gostado e cuspi um pouco… ele olhou-me quando terminou de gozar e tirou o maior sarro da minha cara. Rimos muito do acontecido. Mas uma coisa mexeu comigo: o gosto da porra suave e adocicada do Tiago, muito diferente da minha, que eu já havia experimentado algumas vezes. Assim, nas outras vezes, quando ele ia gozar, dizia para mim: “Segura aí, pai!”… e esporrava com vontade em cima de mim. Ambos percebemos, sem nada dizer, que eu estava gostando quando sua porra entrava na minha boca. Eu já não cuspia e a engolia, lambendo os lábios. A cada dia, estávamos mais próximos e mais íntimos. Parecia mesmo que nossa intimidade proporcionada pela quitinete fazia com que o limite de um corpo fosse o corpo do outro.
Certa noite, após meu filho esporrar forte em cima de mim e, como sempre, um pouco de seu leite jovem entrar em minha boca, eu passei o dedo várias vezes pela porra em meu peito e engoli. Vendo isso, meu filho me disse que se eu quisesse mais, ele poderia, na próxima gozada, faze-lo diretamente em minha boca. E de fato assim se deu. Quando ele foi gozar pela segunda vez, ajoelhou-se ao meu lado na cama e direcionou o jato de seu leite para a minha boca aberta, sem, no entanto, toca-la. Engoli tudo muito satisfeito. Na noite seguinte, fez a mesma coisa, mas como ficasse um pouco de porra pendurada em seu pau, com a ponta da língua toquei a cabeça da rola do meu filho recolhendo o que ali estava. Ele comentou, sorrindo: “Guloso! Não quer perder nada!”. Ainda saboreando o néctar dado por meu filho, limitei-me a sorrir. Ele apertou bem o pau e saiu mais um pouco de porra, a qual, aproximando seu pau da minha boca, ofereceu-me. Fiz um biquinho com os lábios e envolvi a ponta da cabeça da rola do meu filho, sugando tudo o que havia dentro. Eu nunca havia tocado antes com a boca o pau de outro cara, apenas a cabeça da minha, quando adolescente, numa muito difícil tentativa de auto felação. Adorei a sensação e pelo gemido que meu filho deu, senti que ele também havia gostado demais. Ainda com a ponta da cabeça do meu filho entre meus lábios, gozei abundantemente em meu peito e barriga. Fui tomar banho em seguida e, para minha satisfação e surpresa, meu filho me seguiu e entrou no box comigo, mantendo sua vara dura o tempo todo. Ele não me disse nada, mas eu pressentia a razão dele vir atrás de mim. Ajoelhei-me à sua frente e abocanhei sua pica enorme, dura e deliciosa e mamei com vontade, a vontade com que eu queria ter sido a vida toda mamado pela minha esposa, sem que ela me satisfizesse. Recostado à parede, naquele cubículo de vidro, chupei o Tiago de forma a faze-lo remexer-se e gemer incontrolavelmente. Mais um jato de sua porra juvenil invadiu minha boca, para meu deleite. Após recuperar a respiração, ele me disse que eu chupava com tanta vontade que ele ficara com vontade de experimentar mamar uma rola também. Recostei-me à parede, segurei meu pau e ofereci-lhe. Ele aceitou o convite na hora e me mamou longamente debaixo do chuveiro. Eu esperara tanto tempo que minha ex-mulher me proporcionasse esse prazer e agora quem o fazia era seu próprio filho. Que ironia do destino. A mãe recusara minha rola, mas meu filho se deliciava com ela. Segurei o gozo várias vezes para aproveitar ao máximo aquele momento, que eu não sabia se seria o único. Quando, enfim, ele me pediu para lhe dar o meu leite, gozei em sua boca com muita vontade. O Tiago não cuspiu nada, engolindo toda minha gala. Levantando-se, abraçou-me dizendo que havia adorado a experiência de mamar uma rola grande e grossa como a minha. O 69 que fizemos durante boa parte da noite confirmou que ambos havíamos descoberto uma nova fonte de prazer e de intimidade entre nós.
Durante os próximos dias nos chupamos muitas e muitas vezes, deleitando-nos com nossas porras quentes. O estranho era que, embora ambos gostássemos de mulher e tivéssemos atitudes viris, a relação homo incestuosa que vivíamos não nos causava dramas de consciência nem de identidade sexual. Continuamos a ver os filmes héteros com o mesmo prazer, porém agora também procurávamos material homoerótico para descobrir novas formas de prazer, uma vez que havíamos passado dos limites normais de relação entre pai e filho. Numa dessas noites, após gozarmos 2 vezes na boca um do outro, deitamos lado a lado, ele de costas para mim, achegando-se carinhosamente, numa posição que nunca fizéramos. Encostei meu pau em sua bunda e o abracei. Ficamos assim, abraçadinhos, e começamos a conversar sobre o que estava acontecendo entre nós e o prazer que isso nos proporcionava. Lembrei-lhe que a poucas semanas ele ficara muito indignado com o tamanho da quitinete, ao que ele me respondeu que hoje não trocaria nosso cantinho por nada desse mundo, por maior e mais luxuoso que fosse, pois fora aquele “apertamento” (e riu ao dizer essa palavra) que nos unira dessa maneira. Conforme fomos conversando sobre o que fazíamos, o que sentíamos, o sabor do pau e da porra, Tiago começou a esfregar-se com a bunda em meu pau, que correspondeu àquele roçar e voltou a ficar duro. Meu pau começou a babar e melar a bunda do meu filho, que, colocando sua mão para trás, encaixou minha pica na entrada do seu cuzinho. Eu não acreditava que outra coisa que sua mãe sempre me negara ele estava a fim de me proporcionar: sexo anal. Comecei a beijar-lhe, lamber-lhe e mordiscar-lhe o pescoço e as orelhas, fazendo-o gemer e intensificar o movimento de sua bunda em meu pau. Este, babando, foi lubrificando e entrando devagar no cu do meu filho, que me pedia gemendo e arfando que lhe fodesse o cu. Aquelas palavras pornográficas, que ele repetia com certeza de filmes pornôs que havia assistido, me deixaram doido de tesão. Assim que consegui meter toda minha vara no cu do Tiago, virei-o de bruços na caça e soquei repetidamente, fodendo-o por todos os anos que quis foder o cu de sua mãe e ela me recusou. Ele quase gritava de prazer e erguia a bunda carnuda para que eu fosse ainda mais fundo dentro de suas entranhas. Quando gozei, senti que, apesar de haver já gozado duas vezes, o tesão fez com que muita porra jorrasse dentro do cu do meu filho. Tiago gozou nos lençóis, sem por as mãos, apenas roçando seu pau na cama, assim que me ouviu dizer que estava gozando e sentiu meu pau pulsar repetidamente em seu cu, despejando dentro a porra paterna. Sem tirar meu pau de dentro do meu filho, rolamos para o lado, voltando à posição que estávamos antes. Recuperando nossas respirações, voltamos conversar sobre nós e sobre essa experiência de sexo anal. Eu lhe disse, então, o que vinha pensando a dias: que sua mãe me negara o prazer do sexo anal e oral e, raramente aceitava o vaginal; que eu nunca imaginara na minha vida que quem me proporcionaria o prazer que sempre desejei seria um homem, que esse homem seria meu filho, o filho da mulher que me negara. Ele me apertou os braços e me puxou mais para perto de si, como a querer dizer-me algo. Depois de muito tempo conversando assim abraçadinhos, com meu pau dentro dele, adormecemos.
Acordei na manhã seguinte na mesma posição da madrugada anterior. Tão juntinhos ficamos que meu pau mesmo mole estava dentro do meu filho. Embora tenha endurecido, não quis foder o cu do Tiago enquanto ele dormia tão profundamente. Tirei meu pau de dentro do cu do meu filho lentamente e levantei-me. Tomei meu banho e me preparei para sair. Achei que o Tiago podia faltar um dia à escola e repousar esse dia, por isso não o acordei. Estava pronto para sair, quando meu filho acordou e me chamou. Sentei-me à beira da cara, a seu lado, acariciando-lhe o jovem e lindo rosto ainda imberbe. Ele me disse que antes de dormir, enquanto eu ressonava já adormecido e abraçado a ele, pensara muito no que eu lhe havia dito sobre a relação frustrada com sua mãe, a qual jamais lhe dera o amor que ele queria e merecia. Erguendo-se um pouco da cama e olhando-me nos olhos, Tiago disse que, embora não fosse minha mulher, desejava me compensar por tudo o que sua mãe me negara. Dizendo isso, colocou seus braços em volta do meu pescoço e aproximou seus lábios dos meus. Um beijo. O primeiro beijo. Sinal de uma intimidade fruto de amor. Um beijo inicialmente suave. Tímido. Que foi se intensificando. Meu braços envolveram meu filho. Nossas bocas se abriram. As línguas se tocaram. Explodimos em amor e desejo. Sentimos ambos que a partir daquele momento éramos totalmente um do outro, para sempre. Arranquei minhas roupas e deitei-me novamente com meu filho, beijando-o voluptuosamente, nossos corpos fundindo-se num só.

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