O Consultório do Dentista

Olá pessoal! Meu nome é Alves e o que vou relatar para vocês ocorreu algum tempo atrás eu tinha uns 28 anos e um fato verídico e de certo muito excitante! Eu moro em Aracaju a muito tempo e sempre frequentei o mesmo consultório odontológico, nunca tinha visto nada de mais nisto só achava monótono e sonhava manter uma relação na cadeira do meu dentista.

Sempre faço limpeza a cada seis e o prazo desse vez eu esqueci, então recebi um telefonema da secretária do meu dentista questionando para quando eu deveria remarcar minha consulte, agradeci e disse a mesma que na sexta-feira eu estaria e que fosse remarcado para tal dia.

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Entrega Deliciosa

Depois que perdi um dos meus dois empregos, a coisa foi ficando séria, a crise foi apertando, e uma alternativa que encarei, para sobreviver decentemente, foi trabalhar como entregador de comida à noite, para uma empresa de delivery.

Certa noite, aliás madrugada, era cerca de uma hora da manhã, a hamburgueria me contactou para levar uma refeição. Eu já havia dado por encerrado meu turno, porque precisava dormir cedo, para acordar minimamente disposto para o emprego diurno; mas como o endereço ficava no caminho de minha casa, aceitei. Acelerei a moto pelas ruas quase desertas, sob a neblina fina, mas cortante, e, em poucos minutos, tocava a campainha do cliente.

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Inversão e descobertas!

A discrição sempre foi meu lema. Numa sociedade homofóbica e preconceituosa, sair do armário é algo para pessoas altamente corajosas. Acredito que a minha falta de experiência e pouco conhecimento levaram ao fechamento completo do assunto diante de pessoas próximas. Hoje, vejo que fui cauteloso, protetivo em demasia, deixando de ter mais opções para sexo casual ou até mesmo um relacionamento permanente.

Todo o meu segredo foi por água abaixo quando Maria, a amiga que trabalhava em casa, ficou sabendo que eu havia “dado para o amigo dela”. Eu gelei ao saber que ela soube de informação tão íntima e o amigo dela garantiu que nada havia saído da boca dele. Resumindo: quem teria visto eu levar cacete e falou para Maria? Pedi para saber quem havia falado isto, ela não quis, achei que Maria desejava que eu afirmasse pela minha boca que eu era gay!

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Muita punheta na brotheragem com os amigos

Um dia, Henrique, meu amigo, me convidou para ir a um clube em que sócio. Ele me disse que ele e mais alguns amigos costumavam ir nesse lugar de vez em quando. Aceitei o convite, pois já conhecia alguns de seus amigos de outros momentos. Enquanto estávamos indo para o local, Henrique me disse que seria uma experiência inesquecível e que eu faria bons amigos. Eu fiquei um pouco curioso com isso, achava que estávamos indo para usar a piscina ou jogar futebol. Quando chegamos no local fomos até a região das piscinas e lá encontramos os três amigos de Henrique do qual ele havia me falado. Eu já conhecia dois deles, me apresentei para o segundo e seguimos para o bar da piscina, onde bebemos um pouco e trocamos ideia. O local parecia ser de luxo, algo que eu nunca seria capaz de custear, e estava bem vazio, bem mais do que eu imaginei. Durante a conversa descobri que um dos amigos de Henrique era um dos donos do local e por isso eles se encontravam lá.

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Mamada no cinema

Sempre quis realizar essa fantasia maluca,então nesse dia que estava de folga finalmente tomei coragem e fui….

Decidi ir para o cinema pornô ali no centro do Rio. Paguei o bilhete,entrei e o filme ja estava rolando.

Eu não imaginaria o que viria a acontecer.

Sentei bem no meio,de onde se era possível ver qualquer lado da sala,ou seja,qualquer um me viu sentar alí. Assim que sentei, veio logo um cara e sentou do meu lado. Nem olhei na cara dele de vergonha,mas notei que ele colocou logo o pau para fora.

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Delírio anal com o vizinho gostoso

Olá pessoal, minha primeira aventura gay, contarei a vocês !

Me chamo Michael, caucasiano, de 21 anos, 1.78 de altura, corpo atlético (jogo futebol, treino judô e adoro natação), peito e abdómen levemente definidos, um pinto de 18 cm e o que mais gosto em mim: uma bundinha deliciosa e grande.

Desde minha infância gostei de olhar os caras, mas minha preferencia sempre ficou às mulheres. Jogava em um time amador entre os 10 e 16 anos, e tinha que morder os lábios para não armar a barraca quando tinha algum bem-dotado se trocando ou tomando banho, lembro-me do Juliano, com uma jeba de uns 20 cm (isso com 14 anos) e eu sempre sonhava comigo mamando aquela delícia.

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