Depois de chupar no bloco, encontrei meu vizinho

Como relatei no meu último conto, assim que os dois caras sairam do meu ap, encontrei meu vizinho Ricardo chegando em casa. Sozinho.
Não deu pra não falar nada, ele me olhou e riu, tive que dizer algo, torcendo para que não fosse ele que tinha me visto no bloco vestido de mulher.

“E aí não foi pra festa?” perguntei…

“Não, eu e Amanda acabamos brigando, e eu fui andar por ai….”

“Sério, que chato… Mas logo vocês se entendem…” Na verdade eu não fazia ideia do que eu estava falando, estava tenso, querendo me livrar rapidamente de Ricardo.

“É… Não sei… e você assistiu seu filme?”

“Pensei que filme?” Tinha me esquecido de ter dito que ia ficar em casa vendo filme… “Sim, assiti… Já estava indo dormir…”

“Sério, tive a impressão de ter visto um cara igualzinho a você no bloco!”

Gelei! Realmente ele tinha me visto. O que dizer, precisava me manter firme na mentira, talvez ele se convenceria de que não era eu.

“Sério? É tanta gente né, que a gente se confundi.”

“Era você, mas na versão feminina”! E riu em seguida…

Fingi que não entendi… “Mulher como assim?”

“Sabe o bloco da Dorotéia, aquele que os homens se vestem de mulher, era idêntico a você, de blusinha branca, peruca loira, mini saia xadrez, até calcinha tava usando…”

Caramba, que saia justa, segui firme.

“Ahh não era eu mesmo, nunca que eu me vestiria de mulher…”

Ele me olhou e riu… Não fazia ideia o que ele estava pensando, não sabia onde enfiar a cara, esbocei falar algo, mas ele se adiantou…

“Olha, não sei se ra você, mas sinceramente, tava bem gostosa, eu comia fácil.”

Não acreditei que ele falou aquilo, o macho do Ricardo, que comia aquela mulher delícia da namorada dele, abrindo o jogo assim, que comeria um cara vestido de mulher. Me perdi no assunto. Achei melhor cair fora, inventei que precisava tirar algo do fogo…

“Vai lá, eu vou tomar um bom banho pra esfriar as ideias… Amanda foi dormir, e eu vou ficar sem sexo hoje…”

Me despedi, e entrei. Ufa. Tinha escapado. Meu rabo ardia, do sexo que tinha feito a pouco ocm os dois rapazes, o tesão corria dos pés a cebeça, sentei no sofá da sala, não conseguia ficar quieto, toda agitação daquela noite, a chupada no bloco, os dois meninos, e agora Ricardo, minhas ideias ferviam.

Comecei a pensar em Ricardo em seu banho, as imagens que me passavam dele ter me visto chupando no bloco, a dúvida dele achar que era eu, foi me subindo, e a vontade tomou conta do meu corpo. Será que ele falava sério que me comeria?

Eu precisava fazer alguma coisa ou não iria dormir, peguei o telefone e mandei uma mensagem.

“E ai, tomou seu banho? Não esquenta, amanhã você e a Amanda se acertam!”

5 minutos se passaram e nada, a ansiedade tomara meu corpo, comecei a me masturbar, pegava no pau, passava o dedo no rabo, tive que pegar um anova calcinha, azul de renda, coloquei, fiquei me olhando no espelho, olhava o celular e nada. Foi quando ele visualizou a mensagem. Meu coração gelou.

Mais alguns minutos e nada dele responder, de repente começou a digitar, parou, digitou novamente, parou, novamente, e nada… Eu ficando mais ansioso, o que será que ele vai responder… De repente a mensagem chegou.

“Que nada, Amanda me ligou estava no telefone, vou pro bannho agora…”

“Eu sei que era você, Quer vir?”

Não acreditava, naquilo, o que fazer, seguir negando? Mas a vontade era outra, mas eu não podia dar essa brecha, era meu vizinho de muito tempo, eu fazia questão de me reafirmar como macho. Não respondi. Não conseguia teclar nada, minha cabeça rodava, fui até a cozinha e abri uma cerveja, bebi tudo em uns dois goles, precisava de uma bebida para me acalmar, mas foi o efeito contrário, minha libído explodiu…

“E ai você vem, to entrando no banho, a porta tá aberta é só vcoê entrar…”

Aquilo me libertou, é agora ou nunca, vou lá! Tomei outra cerveja rapidamente, coloquei um blusinha e sai pelo corredor só de calcinha, entrando rapidamente no apartamento dele. FUi direto pra banheiro e ele estava lá batendo punheta ocm um pau gigantesco e duro. Nunca imaginei que ele podia ter um pau tão grande.

“Ahh eu sabia, você veio, e de calcinha né sua puta…”

Apena sorri, não sabia o que dizer, entrei no box e cai diretamente de boca no pau dele. Contornei o anel, pressionando a pontinha da língua, entrou só a cabeça. Depois mais fundo. Depois mais rápido. Depois com barulho. Eu estava babando, pernas tremendo.

— Você quer que eu te coma, Alan? — perguntou entre uma lambida e outra.
— Quero.
— Pede direito.
— Me fode, Ricardo. Me fode com força. Quero sentir esse pau que você usa pra comer a Amanda.

Ele riu baixo, o corpo dele era melhor do que eu imaginava: peitoral definido, barriga tanquinho suave.

Ele pegou lubrificante, passou bastante no pau e nos dedos. Dois dedos entraram em mim sem aviso. Eu mordi o lábio pra não gritar. Ele abriu, girou, fez “vem cá” com os dedos dentro de mim até achar o ponto certo e me fazer ver estrelas.

— Relaxa… assim… isso… — murmurava enquanto me abria.

Quando achou que eu aguentava, tirou os dedos, posicionou a cabeça do pau na entrada e empurrou devagar. A pressão era insana. Ele era grosso mesmo. Eu respirei fundo, soltei devagar, senti cada centímetro abrindo caminho. Quando a cabeça passou o anel, ele segurou minha cintura e meteu até o talo num movimento firme.

Eu gritei.

Ele parou um segundo, só sentindo eu pulsar em volta dele.

— Caralho… que cu apertado… — gemeu.

Depois começou a bombar. Primeiro devagar, quase saindo inteiro e voltando até encostar os ovos na minha bunda. Depois mais rápido. Mais forte. Ele segurava meus tornozelos, mantinha minhas pernas abertas, olhando pra baixo, vendo o próprio pau entrar e sair de mim.
Eu me masturbava enquanto ele metia.

— Vai gozar dentro? — perguntei, voz rouca.
— Você quer?
— Quero sentir você gozando dentro de mim.

Ele acelerou, grunhindo alto, suor pingando do peito dele no meu. O barulho molhado era obsceno. Meu cu piscava em volta dele a cada estocada.

— Então toma…

Ele enterrou até o fundo, corpo inteiro tremendo, pau pulsando forte dentro de mim. Senti o jato quente, grosso, enchendo. Ele gozou gemendo meu nome pela primeira vez naquela noite.

Não saiu de dentro logo. Ficou lá, amolecendo devagar, ainda pulsando.

“Quer dizer que você tava chupando o macho no bloco?”

“É eu tava.. sorri com vergonha… Não imaginava que você gosytava disso tambem….”

“Eu adoro comer uma bunda, só que a Amanda faz jogo duro, não libera, mas agora eu já tenho uma puta pra comer, e no apartamento de frente…”

“É só chamar, que eu venho…adorei seu pau, é grande, grosso, duro… e pode ficar tranquilo que a Amanda nunca vai saber de nada…”

“Que bom , conto com sua discrição, e pode deixar que ninguém vai saber que voccê é puta, vc vai ser minha puta!”

Quer me ver sendo puta, é só entrar no Xhamster e procurar por Alan Long.

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