Brotheragem com o melhor amigo hetero

Sabe aqueles dias que a gente quer transar, mas a preguiça de procurar alguém é tão grande que a gente acaba decidindo ler um conto erótico e se masturbar??? Então, eu estava nesse dia.

Era o auge da pandemia, todo mundo preso em casa, isso acabava dificultando ainda mais pra conseguir alguém pra transar, mesmo morando sozinho.

Comecei a ler o conto, era uma história de um trisal, tava bem na parte do trenzinho, uma delícia. Eu estava quase gozando quando ouço o Guilherme me gritando no portão.

Deixa eu descrever a gente: me chamo Júlio, tenho 25 anos, 1,85 de altura, uma pica de 19 cm grossa, sou preto, sou gay e 100% ativo, nada chega perto do meu rabo.

Guilherme ou Gui, para os íntimos, é branco, tem 24 anos, 1,80 de altura, é malhado de academia e tem uma bunda de dar inveja a qualquer pessoa. Mas ele se diz 100% hetero, mesmo depois dos fatos que vou contar.

Conheço Gui desde que a gente era moleque, moramos na mesma rua e passamos por muita coisa juntos. Ele foi um dos primeiros a saber que que sou gay e nunca mudou comigo por causa disso.

Voltando ao dia do ocorrido. Já era meia noite e Gui tava me gritando no portão:

– Julinho, Julinho, abre aqui.

– Porra Gui, isso é hora?? – Falei abrindo o portão pra ele.

– Tá com alguém aí??

– Queria, mas não tô não. – Falei sem entender o motivo da pergunta dele.

– E tá com esse pau duro aí por minha causa?? – Ele perguntou e apertou meu pau por cima da roupa.

– Tu gosta né safado? Teu sonho é eu te comer com gosto. – Falei perturbando ele.

– Lá ele! Tá louco? Mas se eu te atrapalhei eu volto depois. – Ele falou e fingiu que ia sair.

– Não cara, pode ficar. Eu tava batendo uma, mas isso pode esperar. Tu não ia aparecer aqui sem motivo.

– Ainda bem, porque eu não ia sair, tô precisando conversar.

– Safado! Senta aí no sofá e me conta.

Enfim, Gui tinha terminado com a namorada, papo super chato, mas eu fiz o papel de amigo e ouvi tudo.

– Mas Gui, vocês pareciam bem, terminaram por que? – Perguntei curioso.

– Pra tu eu posso contar. Eu queria umas paradas diferentes na cama e ela não queria.

– Paradas diferentes, tipo o que? Eu sei que até o cu ela te dava.

– Dava sim. Cara, não me entende errado. Eu queria experimentar um dedo no meu cu. Tu vive dizendo que os passivos adoram dar o cu, minha mina também diz que é bom, eu queria experimentar. Não significa que sou gay.

– Entendi. Aí tu me procurou pra eu realizar essa fantasia tua.

– Não. Tá louco? A gente é amigo. Eu não sou gay não. Só te procurei pra pedir concelho.

– Gui, justamente por a gente ser amigo que não precisa fingir. Tu quer experimentar o prazer anal e não tem problema nisso. Sobre teu namoro eu acho que se tu gosta mesmo dela não é uma prática sexual que vai atrapalhar o lance de vocês.

– Tu não acha que nossa amizade corre risco com isso?

– Cara, qualquer coisa a gente joga na conta do tesão do momento, diz que foi só uma brotheragem e pronto.

– Tudo bem. Como vai ser? – Ele perguntou sem olhar pra mim.

– Depende do que tu quer. Tu quer só um dedo ou quer sentir tesão anal por completo.

– Vou ser sincero contigo, quero experimentar tudo, mas tenho medo de sentir dor.

– Relaxa, tenho um lubrificante excelente aqui que relaxa o cu e não tira o prazer.

Puxei ele até o quarto e comecei a tirar minha roupa. Minha pica já estava completamente duro e pronta pra meter, mas eu precisava estimular meu passivo primeiro, até porque seria a primeira vez dele recebendo uma vara no cu, e não era qualquer vara.

Peguei algumas camisinhas e o lubrificante e joguei na cama. Em seguida fui até ele e tirei a roupa dele. Eu já conhecia bem o pau dele, pois já tinha dado banho nele algumas vezes depois de algumas festas, mas nunca tentei nada por ele estar bêbado em todas as vezes. Mas dessa vez era diferente, ele estava sóbrio, ele também queria e o pau dele duro não negava a vontade que ele tava em dar pra mim.

Quando a gente tava completamente pelado, Gui me surpreendeu e me roubou um beijo. Eu não esperava por isso, mas adorei beijar aquele homem grande e gostoso que eu conhecia muito bem.

Nosso beijo era intenso, quente, nossas línguas duelavam na boca de Guilherme e nossas mãos percorriam o corpo um do outro com muito tesão. Passei então a apertar a bunda dele com muita vontade, pressionando ainda mais nosso corpos e fazendo nossos paus disputarem lugar no meio de nós. Nessa hora eu deitei de lado na cama e falei:

– Gui, vamos fazer um meia nove.

– E se eu não souber chupar?

– Só por ser você me chupando já vai ser bom.

Ele veio, deitou com a cabeça bem na frente do meu pau e deixou o pau dele na minha cara. Eu não esperei ele me começar a me chupar e já fui chupando o pau dele. Gui ficou gemendo por um tempo e demorou um pouco pra começar a me chupar, mas quando ele colocou meu pau na boca eu quase gozei. O safado chupava bem pra caralho. Ele imitava tudo o que eu fazia nele, mas com muito mais vontade.

Gui começou chupando a cabeça da minha rola, ele lambia, beijava e engolia deliciosamente bem. Passei a foder a boca dele, metendo meu pau o máximo que eu conseguia, fazendo ele engasgar e me babar inteiro.

Enquanto meu amigo se deliciava com minha rola eu alcancei o lubrificante que estava na cama e comecei a passar no cu dele, passando em volta da entrada e enfiando a ponta do dedo. Em pouco tempo o próprio Guilherme estava empinando a bunda, tentando engolir o restante do meu dedo.

Quando percebi isso vi que estava na hora de começar a abrir caminho naquele rabo com meus dedos, então fui enfiando e tirando. Primeiro um dedo, depois dois e por último eu já enfiava três dedos no cu do meu amigo, que gemia e pedia mais.

– Me come Júlio, enfia logo esse pau em mim. – Gui pedia e rebolava em meus dedos.

– Tá preparado tá?

– Tô sim cara, mete logo.

Não esperei mais nada. Coloquei uma camisinha, mandei Gui ficar de quatro na cama e posicionei meu pau na entrada daquele rabo delicioso. Falei pra ele:

– Respira e relaxa, vai entrar gostoso.

Ele ia falar alguma coisa, mas acabou soltando um gemido quando sentiu a cabeça do meu pau pedindo passagem.

– Caralho! Teu pau é mais grosso que três dedos teus.

– Mas tu vai adorar sentir ele no fundo do teu cu.

Aos poucos eu fui metendo e Gui foi gemendo, mas em momento nenhum ele pediu pra eu parar. Quando meu pau tava todo dentro dele eu perguntei:

– Tá doendo? Quer que eu pare um pouco?

– Tá doendo pra cacete seu filho da puta, mas é uma dor gostosa do caralho, tira e bota pra eu ver uma coisa. –

Fiz o que ele pediu, tirei, meti novamente por algumas vezes, vi ele gemer de prazer e voltei a perguntar:

– E aí? Já viu o que queria ver?

– Vi sim, vi que essa porra dói pra uma desgraça, mas é uma dor gostosa demais, pode meter, mete em mim meu amigo.

– Teu cu vai virar meu freguês

– Também tô achando, para de conversar e mete logo

Ele estava louco de tesão e eu tava adorando. Então voltei a meter, primeiro entrando e saindo devagar, depois comecei a acelerar os movimentos e em pouco tempo eu já estava metendo freneticamente no cu daquele meu amigo.

Enquanto eu metia nele, ele gemia muito e pedia sempre mais. Guilherme começou a se masturbar enquanto sentia meu pau entrando nele. Não demorou pra ele pedir pra eu comer ele de frango assado, porque ele queria olhar no meu olho quando a gente tivesse gozando.

Atendi ao pedido dele, assim que ele ficou de frango assado na cama eu meti de uma vez só naquele cu, ele me xingou todo, mas me puxou pra um beijo e depois pediu pra eu voltar a meter nele.

Voltei a meter bem rápido no cu de Gui e ele começou a se masturbar. Quando senti que ele estava gozando eu comecei a meter mais rápido e a gente gozou quase juntos, eu gozei metendo nele e ele se masturbando. Depois de alguns minutos, fomos tomar banho e eu pedi pra ele:

– Deixa eu realizar meu desejo de meter em você no banheiro, enquanto te dou banho.

– Safado. Eu sabia que tu tinha esse desejo. Vem, aproveita que eu tô todo arrobado e me come.

Dei banho nele, da mesma forma que eu dava banho nele em todas as vezes que ele ficava bêbado depois das festas, mas depois de uns minutos eu virei ele de costas e enfiei meu pau nele.

Gui gemeu gostoso e ficou me mandando realizar minha fantasia com ele. Fiquei alguns minutos metendo em pé e pedi pra ele cavalgar em mim. Sentei no vazo do banheiro e Gui sentou no meu pau, de frente pra mim. Ele começou a subir e descer, me beijando também. Ficamos assim até eu gozar novamente.

Depois desse dia Gui não quis mais voltar pra namorada dele, nossa amizade continuou firme e forte, mas agora a gente passou a fazer muitas brotheragens safadas como aquela.

ESPERO QUE TENHAM GOSTADO.

Me inspirei no escritor RenanCachorro pra escrever esse conto.

Esse conto foi só pra voltar a postar e avisar que em breve estarei postando um conto delicioso, com um enredo provocante e muito sexo. Aguardem só um pouco que IRMANDADE está no forno.

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