Eu já havia lido e escutado várias estórias de caras que chamavam um carro por aplicativo – um uber – e que terminavam na putaria com o motorista bonitão. Eu nunca tinha dado essas sortes. Pelo menos não até aquela noite.
Eu havia ido para uma reunião de trabalho que terminou bem na hora do rush. Chamei o uber e vi que o trajeto seria lento, mais do que eu costumava fazer, já que em geral, eu saia mais tarde, quando já não havia mais tanto trafego. Mas tudo bem, era o jeito. O motorista se chamava Plinio e pela foto, era bem afeiçoado, simpático. O carro chegou e eu entrei na frente. O motorista teve q ajustar o banco para minhas pernas compridas caberem.