A noite estava sufocante, o ar úmido grudando na pele antes mesmo de entrarmos. Meu amigo Lucas me arrastou pela mão até a porta lateral do galpão abandonado que servia de casa praquela festa underground.
A noite estava sufocante, o ar úmido grudando na pele antes mesmo de entrarmos. Meu amigo Lucas me arrastou pela mão até a porta lateral do galpão abandonado que servia de casa praquela festa underground.
Como relatei no meu último conto, assim que os dois caras sairam do meu ap, encontrei meu vizinho Ricardo chegando em casa. Sozinho.
Não deu pra não falar nada, ele me olhou e riu, tive que dizer algo, torcendo para que não fosse ele que tinha me visto no bloco vestido de mulher.
Sou Renato. 1,80, 90 kg, olhos e cabelos castanhos. Sou Bi, muito peludo(muito mesmo), mas me raspo todo.
Vamos a este conto. Só lembrando que todos meus contos são verídicos.
Certo dia, pelas andanças na sala de bate-papo uol, teclei com um rapaz cujo Nike era “marido de aluguel”. Papo vai, papo vem o cara realmente trabalha com pequenos reparos em residências.
O inverno mostrava sua cara naquela noite . Eu estava retornando de um encontro frustrante, acabara de terminar um relacionamento de dois anos. Embora tenha tomado aquela decisão , estava sentindo um vazio, que não sei explicar em palavras .
Há uns anos atrás eu tinha comprado uma chácara, mas já me desfiz, pois dava mais prejuízo do que prazer (depende, neh?!), pois no início estava sempre cheia, mas depois todos vão cansando, e é igual piscina em casa que no todos usam por um tempo e depois fica só ocupando espaço. Mas, vamos ao conto.
Meu nome é Gustavo, tenho 22 anos e moro em Itaquera na zona leste, sou branco, 88kl e 1,88 de altura.
Outro dia estava sozinho em casa e quase subindo pelas paredes, quando resolvi entrar no Scruff e achei um cara com 53 anos de idade, branco, mais ou menos da minha altura, com uma pau de uns 17 cm e até bonito, ainda por cima com uma aparência de 35 anos, conversamos e combinamos dele vir aqui em casa po volta das 17h.