Meu sogro também quis rola

André, meu sogro, é gay assumido e afeminado, isso nunca foi um problema pra filha dele e nem pra mim. Clara ama o pai e eu sempre convivi de boa com ele. Eu vou muito pra casa dele, já dormi lá diversas vezes, até mesmo quando minha namorada estava na casa da mãe (os pais dela são separados, por motivos óbvios, ela fica se revezando entre uma casa e outra) e eu nunca percebi nada de estranho, ele nunca tinha dado em cima de mim, também não tínhamos muita intimidade, nossa conversa se resumia a minha namorada.

Eu e Clara temos um relacionamento aberto, ela adora me ouvir contar como comi os caras e as minas, isso deixa ela ainda mais excitada.

Um dia eu tava comendo a Clara na casa de André, eu tava com muito tesão, então a foda tava intensa e a gente tava fazendo bastante barulho. Até que Clara me fala baixinho:

– Amor, meu pai tá nos olhando.

Eu nunca tinha passado por isso, meus ex sogros não gostavam de me ver fudendo as filhas ou os filhos deles, então fiquei assustado na hora, me cobri e gritei:

– Desculpa seu André, a gente tava com muito tesão hj e não deu pra segurar, prometo que isso não vai se repetir.

Só que pra minha surpresa André falou:

– Oxe, deixa de coisa menino, não é a primeira vez que ouço vocês trepando, não sou burro, nem careta, vocês podem transar a vontade. Eu só vim ver pq Clara tava gritando demais, pensei que tu tivesse machucando ela. Mas podem continuar.

Fiquei surpreso com aquilo, sabia que o pai de Clara era moderno, afinal ele se assumiu gay em uma sociedade preconceituosa, mas não imaginava isso. Por mim não teria mais sexo aquela noite, mas Clara ficou com mais tesão ainda e tivemos que terminar.

A partir desse dia André começou a mudar completamente comigo. Eram abraços longos, beijos no rosto, sempre mandando eu ficar sem camisa, entrando no banheiro quando eu tava lá… Tudo na frente de Clara, que só olhava e dava risada. Mas eu levava de boa e não correspondia a nada, afinal ele era meu sogro.

Até que ele começou a me mandar nudes da bunda dele e dizer que era engano. Em um domingo a tarde, depois dele ter me mandado nudes pela segunda vez, resolvi mostrar pra Clara e ela falou:

– Amor, ele quer te dar.

– Tá doida?! Ele é teu pai, não faria isso.

– Faria não, tá fazendo. E não vejo nada demais em tu comer ele.

– Será? Teu pai até que é gostoso. Mas o clima ficaria estranho aqui.

– Estranho nada, bem melhor tu pegar meu pai do que desconhecidos pegarem ele.

Ela nem esperou eu responder, já pegou meu celular e mandou várias fotos da minha rola pra ele. Clara ainda escreveu assim:

“Não mandei sem querer”.

“Porra, meu genro! Isso tudo é teu mesmo ou é imagem da internet?”

Depois dessa resposta dele, minha namorada decidiu sair e mandou eu aproveitar o dia com o pai dela. Eu mandei assim pra ele:

“Quer conferir pessoalmente? Aproveita que eu tô com muito tesão hj e tua filha saiu”

Não recebi mais resposta, mas em menos de um minuto ele estava entrando no quarto da filha.

– Vim ver o que tanto faz minha filha gemer.

Eu coloquei o pau pra fora e falei:

– Se quiser experimentar fica a vontade, acho que tu vai viciar

Eu tava deitado na cama, de pernas abertas. André já foi ajoelhando em cima da cama, segurando meu pau e me masturbando.

– Caralho, minha filha é bem servida. Tem o que, 18, 19 cm?

– 17. Mas pode ser seu também

– Olha que eu quero. E grosso desse jeito vai me arrombar todo, do jeito que eu gosto

André caiu de boca no meu pau, começou a beijar, lamber, chupar, engolir até onde conseguia e me arrancar gemidos de prazer. Enquanto ele me chupava as mãos dele também não paravam quietas, as vezes ele alisava minhas bolas e as vezes me masturbava enquanto lambia só a cabeça.

Eu gemia, puxava o cabelo dele, empurrava a cabeça dele contra meu pau pra ele engolir tudo e as vezes dava uns tapinhas na cara dele, era excitante demais saber que o pai da minha namorada tava ali me dando prazer.

Com alguns movimentos eu fiz a gente ficar na posição 69, mas com ele chupando meu pau enquanto eu chupava e metia meus dedos no cu dele.

Meu sogro rebolava muito e dava pra ver que ele também tava bem excitado com tudo aquilo.

– Tá gostando da minha rola sogrão?

– Adorando. Mas quero ver como vai ser ela no meu cu

– Então fica de quatro aí que eu já te mostro.

Ele não perdeu tempo, ficou de quatro em cima da cama, eu fui pra trás dele e fiquei pincelando meu pau na porta do cu dele, mas sem meter.

– Mete logo, me come

– Tá com fome de rola é?

– Muita

– Então pede

– Me come genrinho, mete em mim por favor, faz comigo o que tu faz com min…

Eu nem deixei ele terminar de falar, já fui metendo com tudo no cu dele, enfiei meu pau quase todo e tirei novamente. Ele deu um gemido alto. Eu falei:

– É assim que tu quer?

Mete novamente e tirei.

– Ahhhhhh delicia! É assim mesmo, me come genrinho, me…

Enfiei toda dessa vez, segurando ele pela cintura pra o corpo dele não cair pra frente. Dei umas metidas com força, tirei meu pau e falei:

– Ainda quer rola sogrinho?

– Quero! Mete essa porra em mim, me arromba com gosto

– Tu que pediu

Meti mais uma vez, até minhas bolas baterem nele, e comecei a entrar e sair com força. André gemia de prazer e tentava se masturbar, mas a força das minhas metidas faziam ele precisar se equilibrar na cama com as duas mãos.

Quanto mais eu metia mais André gemia e mais ele pedia rola. Eu aproveitava pra dar tapas na bunda dele.

Depois de uns minutos metendo sem parar senti o cu de André piscando muito e ouvi ele gemendo mais alto. Meu sogro tava gozando sem encostar no próprio pau. Acelerei as metidas e gozei também, dentro dele.

– Porra, meu genro. Que foda incrível! Gozei pra caralho!

– Ainda não acabou. Vamos para o chuveiro.

Quando virei vi Clara nos olhando, ela olhou no meu olho, mandou um beijo e saiu de casa, de verdade dessa vez.

No banheiro eu resolvi dar um banho no meu sogro. Passei são em todo corpo dele, especialmente no cu. Ele tava todo gozado, aproveitei pra usar a mangueirinha do chuveiro e lavar minha gala que ainda tava dentro dele.

Chupei um pouco o cu de André e meu pau logo voltou a ficar completamente duro. Levantei, pressionei meu sogro contra parede e meti no cu dele novamente, entrei de uma vez só, fazendo ele gemer de prazer.

Comecei a entrar e sair com força, mantendo o ritmo das metida e indo até o fundo do cu dele. Eu metia e chupava o pescoço dele. Meu sogro tentou se masturbar, mas eu tirei a mão dele e falei:

– Agora não. A gente ainda vai trepar muito hoje sogrinho.

– Deixa eu tocar uma, por favor, meu pau tá doendo de tanto prazer.

– Nada disso. Se tu gozar agora vai estragar nossa festa.

Peguei uma toalha pra enxugar a gente, sem tirar e sem parar de mexer meu pau dentro dele. Enxuguei o que deu e conduzi ele até a cama dele, andamos ainda conectados, com meu sogro praticamente jogado em cima de mim e tentando alisar o próprio pau.

Na cama dele mandei ele ficar de frango assado e voltei a meter. Comecei metendo bem devagar, aumentei a velocidade e voltei a meter devagar novamente. Eu já tava querendo gozar, então deixei meu sogro se masturbar e falei pra ele me avisar quando fosse gozar pra eu aumentar a velocidade novamente.

Não demorou nem um minuto e meu sogro falou que iria gozar. Acelerei as metidas e gozamos praticamente juntos.

Comentem o que acharam.

Essa história não é minha, mas escrever na primeira pessoa é mais fácil. Já comi esse André, mas ele não é meu sogro.

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