Soquei a rola no meu sogro

Tarde gente! Meu nome é Everton, moro no interior do Paraná, tenho um sitiozinho, eu e minha esposa. Somos casados há 2 anos e temos um casal de gêmeos.
Isso que vou relatar aqui aconteceu a cerca de uma semana.
Meu sogro é caminhoneiro, vive na estrada, ele é somente 10 anos mais velho que eu, sim sou bem mais velho que minha esposa, 11 anos pra falar a verdade.
Essa proximidade de idade fez com que ficássemos amigos além da relação sogro-genro. Assistimos futebol, fazemos churrasco, saímos nos botecos pra encher a cara, tudo juntos. Esse bom relacionamento que temos deixa minha esposa e minha sogra feliz.

Eu não me considero bissexual, mas quando novo tive uns trelelê com coleguinhas, coisa que me deixa com boas lembranças até o dia de hoje. Nunca mais tive nenhum contato sexual com outro homem além disso.
Sempre reparei em meu sogro, desde de que fui apresentado a ele quando ainda namorava minha esposa, ele é um cara forte, alto, peito largo peludo, gordo barrigudo, coxas grossas, barba sempre por fazer, careca que raspa o restante do cabelo então sua cabeça é lisinha, típico macho raiz, que não se preocupa o que estão achando de seu cheiro ou seu visual. Não posso negar que sempre senti tesão por ele, mas guardei bem fundo num lugar que eu não conseguisse encontrar e mesmo assim às vezes vinha uma imagem na minha cabeça de como seria chupar seu cacete.
Durante nossa convivência esses anos, 1 de namoro e 2 já casado com sua filha, nunca tive razão pra achar que ele sentisse qualquer atração por mim, talvez uma abraço mais longo ou mais apertado do que o habitual, mas nunca houve qualquer brincadeira ou desrespeito.

Entao mês passado ele disse que no mês seguinte entraria em férias pela primeira vez desde que me casei com sua filha e combinamos de pescar em uma cidade perto da divisa com São Paulo onde ele tem um pequeno rancho que usa com alguma frequência, eu já havia ido umas duas vezes com ele e a família toda, mas dessa vez seríamos só nós dois.
Semana passada fomos, seria a semana toda por lá, pegamos sua van que ele usa pouco, colocamos todos os equipamentos, as roupas, comida e etc, nos despedimos das nossas senhoras e fomos.
Já no meio do caminho a situação começou a ficar diferente, ele estava mais à vontade, me perguntou coisas de quando eu era mais novo, contou “causos” de suas viagens até que pela primeira vez ele me contou uma aventura sexual que teve em uma de suas viagens de caminhão muitos anos atrás, me pedindo segredo.

Disse que estava com vontade de dar uma gozada e queria que alguém pagasse um boquete, nunca havia traído sua esposa. Então certa vez encontrou uma moça em um posto desses de beira de estrada e colocou ela pra dentro da cabine e ela começou a chupar seu pau, ele decidiu enfiar a mão por dentro da calcinha pra tocar o grelinho dela mas encontrou um cacete duro maior do que o dele.
_ E o meu não é pequeno!
Disse ele pegando no próprio cacete que já tava duro levantando o short sem cueca que usava. Me assustei com o tamanho, eu nunca havia visto ele pelado nem de sunga, só com aquele mesmo short sem cueca que usava agora ali no carro.

Eu ri e ele continuou contando que já tava na chuva tinha que se molhar, enquanto a moça pagava o boquete ele batia uma punheta no pintão dela, disse que quando gozou na boca dela, ela também gozou em sua mão e ele até tinha gostado. Terminou a história e me perguntou se eu já tinha experimentado pegar em algum pau que não fosse o próprio. Eu dei de ofendido e disse que não, nunca, então ele descaradamente apalpou meu pau que tava duro marcando minha bermuda e eu nem tinha me dado conta.
_ O que é isso aqui? Gostou da história que contei? Tem certeza que nunca brincou com outro cara?
Ri e tive que confessar que já havia feito quando novo mas depois nunca mais.

Ele disse que depois daquela experiência que teve ele acabou experimentando receber boquete de homens que se ofereciam nos postos em que parava e acabou descobrindo amigos caminhoneiros que também curtiam a acabou por enrabar alguns também, mas nunca havia experimentado dar o rabo nem chupar pinto, porque nunca teve confiança em ninguém até agora.
Disse isso me olhando com o canto do olho.
_ Que é isso Pedrão? Você é viado?
_ Eu não! Eu escutei dizer que agora isso se chama brotheragem, um amigo faz sexo com outro só na amizade, não significa ser gay, é só uma amigo aliviando o outro.
Me olhou de canto de olho novamente.
_ Pega aqui na brotheragem.
Ele tirou o pau duro pela perna do short.

Era um cacete grosso e comprido, nunca imaginei que ele tinha tanto pinto naquele short que sempre parecia murcho. Um prepúcio cobria metade da cabeça vermelha de seu pau cheio de veias e na ponta havia uma gotinha, na base vi uma selva de pentelhos que cobriam seu saco que não era muito grande.
_ Pega!
Relutei, mas não teve jeito, eu queria pegar e queria muito, fiquei imaginando os caminhoneiros chupando aquele pau, fiquei imaginando qual seria o gosto, a textura, a temperatura de um cacete na boca.
Fiz uma loucura, soltei o cinto de segurança, peguei em seu pau, quente e duro me abaixei e enfiei na boca em um golpe, ele quase bateu o carro com o susto.
_ Bezerrão! Eu sabia que você gostava de mamar! Mama gostoso o paizão.

O gosto de seu pau era algo que nunca imaginei, doce e salgado ao mesmo tempo e um leve cheiro de mijo. Enfiei minha cara até chegar em seus pentelhos engolindo todo o pau que chegou na minha garganta, engasguei.
_ Vai com calma bezerrão! Melhor esperar chegar no rancho, senão bato o carro.
Voltei ao meu lugar coloquei o cinto, mas não larguei seu pau, fui punhetando o resto da viagem que durou pouco pois já estávamos perto.
Chegamos no rancho e nem esvaziamos o carro, Pedrão ainda tava com a tenda armada, a casa era bem escondida no meio das árvores, ele passou uma das pernas pela marcha da van colocando no banco onde eu estava e abriu as pernonas peludas liberando seu saco pentelhudo e pau grosso, encostou na porta do carro, então ali dentro do carro mesmo cai de boca naquela pica que tanto queria chupar, mamei um macho como sempre quis, seu pau babava e eu sentia o gosto agridoce do seu caldo, ele tirou a camiseta e revelou seu barrigão peludo, apertei seus mamilos ele empurrou minha cabeça contra sua pica fazendo ela chegar na minha goela e eu engasgar.
_ Vamos entrar!
Disse Pedrão
Na sala mesmo me abaixei, puxei seu short e mamei novamente com mais sede. Ele segurava minha cabeça e socava a pica na minha boca, pra mim parecia o paraíso chupar aquele macho, suado e peludo.
Ele se sentou no sofá eu tirei minha roupa e antes que eu me abaixasse pra mamar mais seu cacete ele agarrou o meu e começou mamar, foi minha vez de socar rola na boca dele fazendo ele engasgar, puxei meu pau e dei meu saco pra ele chupar e ele chupou com vontade, cheirou, chupou, esfregou o rosto, lambeu minha virilha.
_ Eu sabia que podia confiar em você.
Ele me disse voltando a mamar gostoso, de repente ele soltou meu pau e num movimento só ficou de quatro ajoelhado no sofá oferecendo seu cu pra mim, me abaixei e enfiei minha cara em seu rabo peludo, chupei seu cu, lambi, beijei, mordi sua bunda, dei tapas, lambi seu cu enfiando minha língua o mais dentro que consegui, Pedrão se masturbava, gemia e pedia para fuder seu cu. Depois de bem lambuzado comecei a enfiar meu pau vagarosamente em seu rabo já dilatado pelas mamadas, seu cu quente e apertado, um cu virgem, me fez ter um dos maiores prazeres da vida, quando meu saco encontrou com o dele me senti completo ali engatado a ele, segurei em seu quadril e soquei freneticamente meu cacete lá dentro, fazendo o barulho típico de uma boa foda.
Não demorou muito e senti seu cu se contrair em meu pau, ele gozou lambuzando o sofá. Eu demorei mais, não conseguia parar de fuder aquele rabo quente e apertado, ele gemia e pedia pra fuder mais forte, passei a mão em seu pau, estava duro e melado da gozada anterior, comecei a masturba-lo, senti seu cu se contrair novamente e Pedrão encheu minha mão com mais porra, gozando mais demoradamente dessa vez e fazendo com que eu gozasse enchendo seu rabo com minha gala. Deixei meu pau lá dentro por uma instantes, sentia seu cu se contrair terminando seu gozo, me joguei no sofá ainda tonto e ele se sentou ao meu lado com a bunda toda esporrada, me senti meio bêbado pelo orgasmo e por ter comido de verdade o rabo do meu sogro, ficamos uns minutos sem dizer nada, eu me senti meio constrangido mas ele tratou de acabar com o meu constrangimento me dando um beijo de língua daqueles de desentupir pia, senti sua língua áspera invadir minha boca, sua barba roçando no meu rosto, acabei retribuindo o beijo e nos deitamos no sofá empoeirado e todo esporrado, não acreditava que aquilo estava acontecendo, a safadeza de meu sogro era demais, depois de um tempo de amassos vestimos nossos shorts e fomos esvaziar o carro e então fomos juntos tomar um banho e arrumar as coisas no rancho, a safadeza não parou e logo mais estávamos novamente trepando no quarto de casal do rancho, dessa vez peguei ele de frango assado, seu rabo já estava dilatado da foda da tarde. A casa estocada em seu rabão peludo eu via o prazer que ele sentia com minha pica em sua bunda, gozou novamente melando sua barriga, como sempre demoro a gozar, sentir seu cu se contrair em meu pau enquanto ele goza só me deu mais tesão e mais vontade de fuder aquele cu e o safado tinha uma fome de rola no cu que continuava de pau duro mesmo tendo gozado, parece que sentia mais prazer de ser fudido após ter gozado, quando eu estava quase gozando ele pediu que fosse na cara dele, tirei o pau fiquei em pé na cama e esporrei na cara dele, os jatos voaram na cara dele, no travesseiro, na cama, ele recolhia a porra e enfiava na boca me ajoelhei em sua cara e enfie meu pau ainda gozando em sua boca o puto engoliu tudo e se masturbando gozou novamente com minha rola na boca.
Os dias da semana que passamos lá se seguiram assim, trepamos até não ter porra mais e mesmo sem porra ainda faziamos sacanagem. Terminadas as mini férias voltamos ao dia a dia e ele voltou à estrada com seu caminhão e eu a cuidar de sua filha e nosso sítio, agora não sei o que faço, só penso nele e fico na expectativa de quando irá voltar pra que possamos trepar novamente.

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