Na minha primeira vez dei muito pro amigo de infância

Meu nome é Pedro e atualmente tenho 22 anos. A história que vou contar-lhes aconteceu quando eu tinha 18 anos. Sempre tive alguns amigos, mas dentre eles o que mais se destacava era o Guilherme, pois estudamos juntos desde a sexta série do ensino fundamental e a partir dali firmamos uma forte amizade. Ele sempre foi maior que eu e mais forte, então a todo tempo me protegia dos caras maiores que queriam brigar comigo, por isso, muitos meninos gostavam de me chamar de “mulherzinha do Guilherme”, no fundo isso não me irritava. Teve uma vez que ele chegou a se machucar para me proteger. Talvez por tudo isso, eu fui me apaixonando por ele, o carinho de amigo se tornou em um forte amor. Ele era super gente boa, parecíamos irmãos, chegávamos a andar com seu braço sobre o meu ombro e ele sempre gostou de apalpar minha bunda de brincadeira, mas tudo aquilo era novo para mim e eu tentava não imaginar coisas demais para

não sofrer por um amor impossível, até porque o Guilherme às vezes ficava com algumas meninas, mas nunca me contava sobre elas e nunca tentava me empurrar alguma. Mas, tudo mudou no carnaval de 2008. Nessa época Guilherme e eu fomos à casa de sua avó, pois na cidade praiana que ela morava tinham muitas festas e ele sempre adorou música e folia. Quando chegamos, a casa já estava bem cheia, pois seus primos e tios já estavam lá para passar o carnaval, logo tivemos que ficar no mesmo quarto, um pequeno quarto que ficava no final do corredor do segundo andar. Ao entrar no quarto tive um susto, lá havia apenas uma cama de casal, ao me ver parado e pensativo ele falou:

– É… Parece que vamos dormir juntos, Pedro.
Ainda deu uma risadinha com aquela sua cara de safado. Embora ele tivesse dormido várias vezes em minha casa e eu na sua, nunca dormimos juntos. Depois que guardamos nossas coisas fomos almoçar. Após o almoço fomos à praia e a noite fomos à praça onde estava tendo um show, nos divertimos muito, e bebemos um pouco, não o suficiente para nos embebedar, mas estávamos muito descontraídos. Quando deu uma hora da manhã ele tocou no meu braço e falou no meu olvido:

– Vamos embora? Eu to cansado.
Prontamente eu concordei e fomos embora. Já em casa ele pegou roupas limpas e foi para o banheiro de baixo e eu fiquei no de cima. Cheguei primeiro ao quarto e me deitei, 5 minutos depois eu ouvi passos no corredor e quando me virei ele estava entrando, ao entrar passou a chave na porta, apagou a lâmpada, acendeu um abajur que estava sobre o criado mudo, tirou a camisa e o calção e se deitou só de cueca, nesse momento, meu corpo estremeceu ao ver aquele moreno claro de 1,85 de altura, aproximadamente 90 kg bens distribuídos dada a musculação que há muito tempo pratica, olhos negros como a noite e aqueles cabelos ao estilo militar que tanto me atrai. No momento meu coração bateu muito forte, parecia que ia sair pela boca. Eu sempre fui magro, mas com um corpo bem feito, estilo nadador, com 1,79 de altura, 78 kg, olhos castanhos claros e cabelo liso e curto. Ao me ver olhando-o, ele deu um sorrisinho e com aquela voz grossa me disse:

– Pedro seja sincero, porque eu nunca ouvi falar que você ficou com alguma mulher?
Eu gaguejando respondi:
Porque nunca tive vontade.
Ele sorriu e me perguntou:
– Você gosta de homem?
Eu tomei um susto e fiquei calado olhando o teto. Ele, ao perceber que fiquei constrangido, me deu um beijo na bochecha. Eu sem acreditar naquilo olhei para ele, mas agora ele me surpreendeu com um beijou na boca, que beijo… Ficamos ali como um casal de apaixonados por um bom tempo até que ele parou, olhou para mim e disse:
– A partir de hoje eu não quero mais segredos entre nós, sabe por quê? Porque eu te amo! E há muito tempo percebi isso, mas só agora tive coragem de expressar meu sentimos.

Meus olhos ficaram marejados de lagrimas e mais uma vez nos beijamos. Ao perceber que ele estava excitado como eu, comecei a acariciar seu pênis, passei a beijar seu pescoço em seguida seu peito, sua barriga e por fim comecei a dar beijos em seu pau por cima de sua cueca branca, mas não aguentei e baixei-a. Que delícia aquele pau de uns 19 cm e bem grosso! Dei alguns beijos na cabecinha olhando fixamente em seus olhos e depois comecei a fazer movimento de vai e vem e sucção naquela delícia, ele gemia de prazer e depois de alguns minutos ele encheu a minha boca com aquele líquido quentinho, embora tenha sido a minha primeira vez, engoli tudo e ainda lambi seu pau

todo. Depois disso, deitei sobre ele e continuamos a nos beijar e ele pegava na minha bunda, e acariciava, passava o dedo sobre meu cu e sussurrava no meu ouvido que sempre sonhou com aquele momento, que sempre me desejou, sempre teve vontade de meter na bundinha tão gostosa. Nos viramos e ele ficou sobre mim e começou a se esfregar em mim, esfregando seu pau no meu, aquilo tava me deixando doido, meu pau de 17cm tava latejando de tanto prazer, nesse momento ele sussurra no meu ouvido:
– Deixa eu te comer, deixa?

Eu com uma cara de completa submissão, mordendo meus lábios, olhei nos olhos do meu homem e concordei com um aceno da cabeça. Nesse momento eu fiquei de quatro segurando na cabeceira da cama e ele começou a lamber meu cu (que sensação maravilhosa), depois começou a enfiar um dedo, em seguida foram dois, até o momento que encostou seu pau e começou a fazer movimentos, quando ele conseguiu entrar, lagrimas caíram dos meu olhos de tanta dor até que ele foi colocando, colocando até está por completo dentro de mim, após alguns movimentos, meu corpo se acostumou com aquele ser dento de mim e a dor passou a ser prazer. Ele meteu muito, eu parecia um personagem dos filmes pornôs que tanto assistia. Depois de algum tempo, não aguentei e gozei loucamente, alguns minutos depois quem gozou foi ele dentro de mim, aquilo me inundou. Permanecemos ali deitados por um tempinho até eu notar que ele estava excitado novamente e tudo se repetiu, só que dessa vez eu já estava mais relaxado, e

consequentemente tudo foi mais gostoso, pois transamos em outras posições, até cavalgar em seu pau eu cavalguei. Exaustos dormimos agarradinhos. No outro dia ele acordou primeiro, mas permaneceu deitado me acariciando o rosto, até que eu acordei e o vi com um sorriso de um canto ao outro nos lábios, naquele momento eu o abracei, afinal de contas, tudo poderia ter sido um sonho. Naquele quarto entramos como velhos amigos, mas saímos dele como um casal apaixonado. Até hoje namoramos escondido, mas poucos sabem.
Depois eu conto outros fatos que ocorreram conosco. Até a próxima!

Deixe um comentário