No Metro: a quatro?

Olá!

No transporte publico de SP sempre tenho sorte de poder aproveitar a viagem eheh

Essa semana, tive bastante sorte.

Na segunda, já na plataforma, reparei um cara gostoso. Discreto. Me chamou atenção. Olhei. Fui correspondido. Ficamos nos olhando, e já ficando de pau duro. O metro estava meio enrolado nesse dia, e o trem chegou bem cheio.

Fomos entrando e demos um jeito de ficar juntos. Colados mesmo. Assim q nos acomodamos, as portas fecharam e já levei minha mão ao pau do meio novo amigo. Tb fui correspondido. Ficamos assim um pegando no pau do outro. Até q 2 estações adiante ele se preparou para descer. Virou de costas para mim e empinou bem a bunda e se encaixou em mim. Encochei bem gostoso e ele desceu. Trocamos olhares e seguimos cada um o seu caminho.

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Marcelo, o segurança do supermercado

Olá, sou o Luan e o relato que contarei hoje aconteceu em 2021. Falando um pouco sobre mim, sou baiano, tenho 30 anos, meço 1,75, peso 84KG, sou pardo, cabelo cortado baixo do lado e atualmente mais alto em cima, sou forte, gosto de praticar exercícios, olhos e cabelos escuros. Estou dando esses detalhes para que vocês que estão lendo possam tentar criar uma imagem de meu “personagem”. Informo que por questão de preservação dos envolvidos todos os nomes que usarei aqui serão fictícios. Essa história aconteceu em um período de pandemia, mas evitei relembrar muitas dessas partes no meu relato.

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Meu amigo, meu comedor

Realmente a vida nos ensina a ir alem, ousar e não ter medo de se desafiar, e assim as escadas do futuro se faz no presente.
Conheci Bruno quando tinha 16 anos e ele desde o primeiro olhar me conquistava com seu jeito, sua forma física e muito disto suas ideologias já avançadas para sua idade.
Ele era meu novo amigo do ano letivo e seu jeitinho meigo de menino, seu olhar fixo fazia de mim a se conquistar e o desejar a cada novo sorriso.
E assim ao olhar seus olhos, ver a beleza de seu corpo e sentir seu cheiro de perfume me fazia imaginar, e assim o imaginário imperfeito se tornava algo prazeroso, pois agora era eu um garoto apaixonado pelo melhor amigo de sala de aula.

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Sendo Penetrado pela esposa

Janaina estava acordada na cama. Pedro estava dormindo ao lado dela. Agora era assim, uma fodidinha rápida e, em seguida, ele caia no sono, deixando-a com tesão e insatisfeita. Ela não estava acordada nem dormindo, em um torpor estranho da mente. Ele podia sentir o robe de cetim que acariciava os mamilos empinados e deixava fluir seus pensamentos, onde eles queriam, em direção de uma fantasia erótica que já tinha sonhado muitas vezes: ela entre dois homens que a fodiam até deixa-la esgotava. Imaginava todos os detalhes: os dois na frente dela com o pau duro, chupalos, ficar de quatro e tentar entender quando um dos homens trocava com o outro fodendo-a por trás. Sem perceber, sua mão passava os dedos entre os lábios da bucetinha, o clitóris duro e excitado demais.

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Afeminado me supreendeu

Recentemente, fui resolver um problema profissional numa cidade perto de Recife.

Na hora do almoço, fui almoçar num restaurante indicado por dois colegas que moram lá , fica na parte da frente de uma casa. Fui atendido por SABRINA (nome falso), uma trans ainda em transição, mais um gay afeminado (nada contra). Muito nova, 21 anos, sem peitinhos ainda mas com uma rabeta interessante. Conversa vai, conversa vem, descubro que tinha uma rede la tras para cochilo dos clientes (eram 3 redes e vários bancos improvisados para cochilos) e senti que se ficasse por ali ia ter rock… e teve. Dormi até 2 da tarde kkk e fui acordado por Sabrina. O restaurante já estava fechado, a limpeza sendo feita e ela me perguntou se eu não iria voltar para Recife. Me assustei, pois estava até sonhando.

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Isso que rola no cine Arouche?

Estou a 4 anos só, e desde o começo do ano 2020 estava na seca, todas as noites via filmes pornos, e me masturbava antes de dormir, e comecei a ver filmes gays e comecei a ficar com vontade de experimentar coisas novas, mas queria um total anonimato então comecei a pesquisar e vi que os cines do centro de São Paulo, era o local certo para tentar.
Fui em um do mais conhecidos no bairro do Arouche, o cheiro não é convidativo, local muito escuro, realmente como um cinema, sentei na cadeira próximo ao corredor, aos poucos os olhos acostumaram com o escuro, e eu ficava olhando para todos os lados, no misto de tesão e medo, foi quando eu vi somente aquela sombra se aproximando, quando chegou bem perto eu vi aquele pau duro na minha frente a centímetros da minha boca, com receio eu

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