Enrabando mais um casado no banheirão

Mais uma história de banheirão, foi na quinta-feira da semana passada que isso ocorreu, como de praxe precisei ir ao centro da cidade resolver algumas coisas, e como sempre acabo terminando tudo muito rápido, já fui dar uma passada no banheiro de uma praça da cidade, eu entrei no banheiro e já tinha um cara no mictório, já caçando quando olho pra sua mão vejo uma baita de uma aliança, peguei no meu pau que ficou duro feito pedra de imediato.
Entrei em uma das cabines e o safado veio ate a porta, com o pau na mão, não era grande e nem grosso, mas o que importa é a aventura, não perdi meu tempo já deixei ele entrar e cair de boca, e que mamada, esses caras casado mamam muito bem, perguntei o que ele curtia, logo disse que estava afim de der, meu pau inchou na boca dele, e olha que meu pau deve ter uns 13cm, e não é grosso, mas faz a alegria de muito cuzinho por ai.

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O borracheiro na beira da estrada

Como já me descrevi em outros contos, tenho 29 anos, sou discreto, moreno, cabelo cacheados tipo black power mesmo, olhos castanhos, estatura média (1,68) não malho, mas sou todo saradinho, e meu bumbum é bem redondinho e durinho, modéstia a parte sou bem gostosinho.
Bem, o que vou relatar nesse conto, aconteceu em fevereiro de 2022, quando eu e meu namorado Leandro, moreno, 1,75, olhos castanhos, cabelos pretos e curtos, uma barba cerrada que me deixava doido, aquela barriguinha saliente que eu tanto amo e um membro maravilhoso de 18 cm, fazíamos uma viagem para uma cidade que fica a mais ou

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Casado curioso do Grindr

Sou casado com mulher, e hoje aos 43 anos sou bem resolvido quanto a minha sexualidade e desejos, porém ainda continuo casado talvez por comodidade ou por não ter encontrado alguém realmente especial que valha a pena largar tudo.
Mas enfim, esse conto é totalmente fictício, às vezes quando meus desejos ultrapassam os limites da excitação, gosto de escrever e colocar para fora o que estou sentindo.
Para mim, escrever é uma válvula de escape. É difícil você encontrar alguém legal para se relacionar, ou até mesmo manter uma parceria, um sexo saudável, uma cumplicidade. Nada contra, mas não gosto de promiscuidades, não acho legal sair por ai fudendo com todo mundo, parece que a sensação de vazio só aumenta. Faço a “linha” mais romântica, gosto de toque, beijos, caricias, acho que essa coisa de meter ou ser penetrado somente é muito ruim, preciso de algo a mais. E como um bom geminiano minha imaginação é fértil e na hora do vamos ver gosto de incrementar as coisas, não tenho limites para minha imaginação.

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Minha segunda vez com o pai do meu amigo

Vamos a continuação, quem não leu o primeiro conto vai ficar perdido então da uma lida lá e depois continue aqui.
Algumas semana se passaram me afastei da casa do meu amigo Rafinha não conseguia processar direito o que tinha acontecido com seu pai era tudo novo para mim. Seu pai Bruce sempre me mandava mensagem vem almoçar aqui o pessoal está perguntando de você me desculpa qualquer coisa, mas não estava pronto para encara-lo frente a frente, nisso um mês se passou na época estava cursando o técnico em enfermagem fazia o tiro de guerra de manhã, saia de lá ia para o serviço após trabalhar saia as 18h e começava o curso as 19h sempre de bicicleta, um dia a mãe do

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É a primeira vez do amigo com outro homem?

Tem algum tempo eu estive trabalhando em uma propriedade enorme na região amazônica. Um local bastante isolado com acesso basicamente por avião. As estradas eram muito ruins e em certas épocas do ano intransitáveis. Foram 40 dias de isolamento, sem internet, tv apenas via satélite e celular nem pensar.

Cheguei na manhã de uma quarta feira, em um voo que partiu de Manaus num aviãozinho bem legal, moderno, com minha mochila de roupas e meus equipamentos, Descemos em uma pista particular dentro da fazenda com asfalto e tudo. A sede era um verdadeiro palacete, muito antiga e muito bem conservada. Eu fiquei instalado em uma casinha arrumadinha ao lado de um pomar impressionante e muito bem cuidado. Todo conforto porém isolada. Eu gosto, na verdade. Depois de alguns dias de trabalho eu já tinha me ambientado com os moradores da colônia, uma mini-cidade construída dentro da fazenda para acomodar os trabalhadores que neste caso eram uns cinquenta.

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Ajudando o Síndico do meu condomínio

Olá a todos! Tudo bem? Morava em um condomínio de apartamentos pequenos, tinham 4 torres, uma portaria, e um dos apartamentos no último andar era utilizado para reuniões de condomínio, estoque de materiais etc.
Eu sempre caminhava de manhã por volta das 06:30 e voltava umas 7, 7:30 e sempre dava de cara com o porteiro e o síndico lhe dando instruções do dia, passava e cumprimentava eles normalmente, o síndico era um macho com seus 55 anos, 1.80, corpo parrudo com uma barriguinha de chope, sempre usava uma camiseta de manga cumprida e uns jeans velhos que sempre, sempre estavam com a rola bem volumosa quase que arrebentando o zíper (eu me questionava se era o modelo da calça e por ser velha!)

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