Gay rabudo se aventurando na madrugada

Em um fim de semana de madrugada, resolvi sair na rua com um look, que era um shortinho cinza bem curtinho e ficava bem enfiando no meu bundão aparecendo a poupa da minha bunda e com uma blusa cinza, e me aventurar pelas ruas do bairro, estava cheio de tesão, e pra piorar do jeito que minha bunda é grande, ela balançava sem parar, e minha bunda ficava engolindo o short a cada passo, foi quando eu resolvo virar em uma rua e acabo batendo de frente com um coroa sentado na rua, ele me viu e me encarou um pouco, percebi que ele estava meio bêbado e cansado, mas eu apertei o passo com medo de ele me conhecer e não gostar, e cada passo que eu dava o short ia subindo e eu puxando ele, quando eu já tinha passado por ele, ouço aquele som de “psiu” repentinamente, olho pra

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Mamando amigo hetero novamente

Esta história é uma continuação do conto “Mamando amigo hetero da escola”. Caso não tenha lido, vá dar uma olhada na minha página.

Já haviam se passado dias e eu lembrava de cada momento daquele macho gostoso e eu gozando juntos como se tivesse acabado de acontecer. Eu estava para terminar as calças que ele pediu que eu fizesse ajustes, então marcamos um dia após o trabalho dele, para ele vir aqui provar para ver o que poderia ser ajustado além do já feito.

No dia marcado ele chegou, e eu fique deslumbrado com a minha visão: macho gostoso malhado de social após um dia de trabalho. Camisa branca desabotoada no torax por dentro da calça escura, com um cinto e um sapato social. Uma visão divina:

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Me descobri gay fodendo com o meu cunhado

O que eu vou contar aqui aconteceu há mais ou menos 3 anos. Eu era mais jovem, inocente e muito curioso (até demais). Eu morava com a minha família, os meus pais, eu e minha irmã mais velha. Sempre foi tudo muito tranquilo, os meus pais se casaram cedo e trabalhavam juntos num escritório de administração. Minha irmã tinha escolhido cursar Direito e tinha acabado de completar 18 anos, estava no 1 ano da faculdade. Eu sou 2 anos mais novo do que ela então vocês já conseguem saber a idade que eu tinha.

Minha família era perfeitamente normal, todos os dias a gente jantava juntos na mesa da cozinha, jogando conversa fora. Aos domingos almoçávamos na casa da minha avó e a noite íamos para a igreja. Sempre a mesma coisa. A minha irmã namorava já tinha um tempinho, e eu me dava muito bem com o meu cunhado.

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Com o instrutor de natação

Vou me apresentar, meu nome é Diego, tenho 33 anos e vou contar um fato que aconteceu ontem. Namoro há mais de um ano com o Felipe, e eu realmente o amo. Ele me completa em todos os sentidos. Ele é policial militar, fez o curso de formação de oficiais e, apesar de ter a mesma idade que eu, já está na patente de capitão. Sinto falta de não vê-lo todos os dias pois suas escalas são puxadas mas, quando ambos estamos de folga, fazemos o que mais gostamos: transar, e muito.

Felipe é totalmente ativo e muito criativo na arte do sexo. É um dominador na cama, no sofá ou onde ele quer, o que me deixa com muito tesão. Já não lembro mais de transas sem graça, ele sempre inventa algo para apimentar.

 

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Apaixonado pelo pai do meu melhor amigo

O Kadu e eu viemos ao mundo no mesmo dia; ele, apressadinho como sempre, meia hora antes do que eu. Acreditem, ou não, essa mísera meia hora ele usava como trunfo para se vangloriar de que era o mais velho e, portanto, era eu quem tinha que me sujeitar às suas vontades nas brincadeiras, era ele quem determinava o que e como deveríamos fazer as coisas na época em que estudávamos no mesmo colégio e, obviamente, controlava cada um dos meus passos quando eu costumava viajar para a casa de praia da família dele. Apesar disso tudo, nos tornamos muito amigos, daqueles que muitas vezes têm um status maior do que irmãos de sangue. Era o nosso caso. Ele veio a ter esses irmãos, na verdade uma irmã e um irmão, nos anos que se seguiram, mas eu continuei a ser filho único.

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Uma foda inesquecível

Durante os próximos dias meu tio conseguiu um bom emprego na cidade fazendo tudo se encaixar de forma a meu tio ficar mais tempo, minha mãe havia oferecido de montarmos uma casinha para ele na antiga despensa.

Ele aceitou sem reclamar do trabalho que teria para arrumar o telhado e fiação que estavam abandonados por um longo tempo dizendo que a recompensa mais do que valia a pena virando seus olhos para meu rabo.

No dia seguinte minha mãe já havia comprado tudo que seria preciso deixando meu tio avisado que os rapazes entregariam após o almoço antes de sair para o trabalho.

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