Mamando o primo novinho

Oi gente, para quem não leu o outro conto eu me chamo Caio, as descrições estão nesse outro conto e eu recomendo que vocês vão ler para entender o que se passa aqui.

Eu não parava de pensar no que tinha feito com o Eduardo e depois de uns 3 dias, já na minha casa, eu comecei a enxergar o que tínhamos feito com outros olhos. Comecei a bater punheta todos os dias pensando nisso. Logo veio o arrependimento de não ter dormido com ele na noite em que decidi dormir sozinho.
Continuei na punheta imaginando até que decidi ir a casa dele tentar fazer algo, moramos bem perto um do outro e uma noite eu fui lá e fiquei conversando com a minha prima, irmã dele, e assistindo tv. Enquanto isso ele no quarto que ele dividia com minha prima jogando no computador como um verdadeiro viciado.

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Virando a Putinha do Titio

Esse relato aconteceu já tem alguns anos, em 2016, mas lembro como se tivesse sido ontem. Na época estava com quase 18 anos, por volta de 1,75 de altura, uns 80kg, coxas grossas, bunda carnuda, 16/17cm, corpo mais gordinho e peludinho.

Atualmente tenho quase 25 anos, estilo urso/bear, ainda com coxas grossas, bunda carnuda, 17cm, corpo forte gordinho/parrudinho e peludinho, com 1,80 de altura, uns 98kg.

Fui passar as férias no sertão da Bahia, na casa da minha Avó. No local só tem roças, então acontece muito trabalho braçal. Nunca tive muito contato com esses parentes pois ia visitá-los bem raramente e eles também muito dificilmente vinham nos fazer uma visita.

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A mamada do paizão divorciado

Aqueles dias que você não quer apenas bater uma para se aliviar e por isso decide baixar um aplicativo pra desenrolar uma foda rápida.
Estava eu no grindr vendo as pessoas próximas, quando recebo um tap de um cara mais velho, ele devia ter uns 40 – 45 anos, mas era claramente um cara bem cuidado, físico bacana, canelos grisalhos mas estiloso.
Começamos a conversar e combinamos de nos vermos em sua casa mais tarde. Quando era por volta de 23:30 eu cheguei lá, fomos direto pro seu quarto e chegando lá ele falou que estava sem cama, pois sua esposa havia ficado com a deles, e que teríamos que brincar no colchonete. Não vi problema e nos deitamos.

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Dando para o primo

Desde que me assumi passei frequentar a casa de alguns primos que eu não tinha muito contato quando criança, um destes primos era gay assumido, já falei dele em outro conto, nunca fizemos nada, até porque nunca fez meu tipo.
Um dos irmãos desse meu primo era uma tentação, moreno, musculoso, beiçudo, olhos verdes e braços fortes, eu nunca investi nada até porque era meu primo, achava meio estranho isso, ele tinha uns vinte seis anos na época, um homem formado, com tempo ele foi se soltando comigo e as brincadeiras começaram, ele agarrava nas minhas bolas, batia na minha bunda, eu não retribuía primeiro porquê eu não gostava segundo a namorada dele era neurótica (com razão Juninho era um vadio, traçava de tudo.) Certa vez saímos todos meus seis primos, Juninho bebeu muito e começou a me abraçar e o caralho todo, eu levando na brincadeira até que ele me levou para longe da mesa.
-Quero te comer. Soltou ele. -Vai me liberar o rabo?

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Meu tio queria me fuder mas fui eu que o fudi

Meu tio queria me fuder, mas eu é que o tracei

Eu sou Leo,cabelos e olhos castanhos ,magro,saudável e bonitinho, já conhecia o sexo, tinha feito com minha namorada e outras mulheres, mas sentia desejo de transar com homem também .

Meus pais tinham um amigo bastante safado, o Jorge. Todos na cidade diziam que ele tinha muitas amantes .

Um dia eles foram até minha casa e notei que ele agia diferente comigo. Era carinhoso, falava manso, vivia me pedindo coisas para fazer pra ele .

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O dia em que dei pro meu pai

Olá, me chamo Bernardo, tenho 21 anos, branco, 1,83m. Sou magro, com o corpo atlético pois sempre pratiquei esportes e, desde os 18 anos, faço academia. Moro ainda com os meus pais. Devido à pandemia, todos os 3 ficamos trabalhando e estudando em casa. Minha mãe, trabalhando com comércio exterior; meu pai, bancário. Pois bem, depois de tomar a primeira dose da vacina, minha mãe resolveu ir visitar minha vó que estava, desde o começo da pandemia, isolada, sem receber visitas. Resolveu ficar uma semana por lá, na cidade ao lado, para ajudá-la com coisas práticas e burocráticas como ir ao banco, fazer mercado etc. Ficamos só eu e meu pai em casa com nossas rotinas de trabalho e estudo. Ambos usávamos a sala para estudar e trabalhar e, estrategicamente, tirávamos o mesmo horário para almoçarmos juntos. Certo dia, meu pai largou o trabalho mais cedo e ficou na sala para assistir o jogo de seu time.

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