Meu sobrinho me enrabou numa viagem

Na minha época de caminhoneiro, foram 5 anos, viajei Brasil inteiro, tive grandes aventuras, algumas já contei, porem com o sumiço do site anterior, estou tendo que recontar aquelas histórias, algumas saem fora da dramatização anterior, para o bom ou para o ruim. Numa viagem que fiz para Belém do Pará, como estava de férias escolares, e minha irmã tem um filho (hoje caminhoneiro), que naquela época (15 anos) já era fissurado em caminhão, me pediu para leva-lo, aproveitaria para um passeio., conhecer o Brasil. Meu sobrinho o Jader, é bem moreno, o pai dele é mulato, meio gordinho, (na época, hoje é gordão), muito esperto o garoto, ligado em tudo, conversávamos sobre diversos temas, inclusive sexo, o instigava a falar que já tinha comido algumas meninas, também insinuei que ele devia comer alguns meninos, pois o cuzinho era especial e as meninas não gostavam de dar, o sacana concordava comigo em tudo. Durante o dia, aticei ele de tudo que é forma, até liberei para ele ver

revistinhas de sacanagem que eu tinha na cabine, o moleque ficou louquinho. Naquele dia rodamos 500 km, quando chegamos no posto que iríamos pernoitar, providenciei para que tomássemos banho, ali pude ver o desenvolvimento de meu sobrinho, e pensar que já tinha pego no colo, tinha uma piroca morena num tamanho ideal, apesar de gordinho, sua piroca era grossinha; depois do banho fomos jantar, eu tomei cervejas, ele refrigerante, enquanto preparava a boleia para dormirmos, pois no dia seguinte iríamos acordar cedo, meu sobrinho Jader folheava revistas de putaria, como estava calor, dormimos apenas de shorts, eu liguei o ventilador interno, para não sermos atacados por mosquitos. As cortinas da boleia fechadas, deitados um para o volante o outro para a porta do carona, ainda assim conseguimos ver nas sombras nossos movimentos, notei que Jader se tocava, disfarçando, mas notava que eram movimentos sutis. Depois de alguns minutos, deixei minha mão “cair” e ficar encostada no volume que estava

formado sob seu short, não tirei a mão, nem ele se afastou, sua pica estava muito dura, suavemente movimentava no sentido de acariciar aquele volume, como não houve repulsa, segurei por cima do short, e apertei, levei a mão por entre as pernas dele, pela perna do short, e cheguei no seu pau rígido e enervado, punhetei suavemente, Jader se movimentou , para que tivesse melhor “pega”, eu elogiei a rigidez dele e perguntei se estava gostando, da punhetinha do titio, ele falou que estava gostando muito, pedi então para ele colocar pertinho da minha boca, que iria ficar melhor ainda, ele se ajeitou de cócoras sobre meu peito, sem sentar, deixando sua pica ao alcance de minha boca,

lambi a cabeçorra quente e latejante, já estava meladinha, mamei até Jader me encher a boca de porra quente, não desperdicei nada, falei com ele que era chegada a hora dele me dar prazer também, sempre carrego vaselina no porta luvas, dei uma untada em toda pica , pedi para passar em meu cuzinho, comigo já de quatro, e mandei ele fuder o cuzinho do titio, que iria gostar, Jader ,procurou a entrada com a pica, pincelando, quando encontrou forcei contra o corpo dele entrando a cabeçorra, pedi para ir colocando tudo devagarinho, ele foi me invadindo, bombando suavemente, até comecar a socar com forca, eu pedia para fuder o titio, que estava muito bom, gozei com ele me enterrando a piroca. A partir daquele dia, todas as noites durante os 15 dias que viajamos foram de pirocadas, é claro que proporcionei a ele comer uma bucetinha lá no Pará, levei ele numa zona, e pode se divertir.

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