Entre PMS

Esse fato já tem muito tempo e agora decidi contar.
Entrei para a PM muito novo. Sempre curti uma pica mas sempre fui discreto, ainda mais ali naquele ambiente machista. Eu era motorista e saía sempre com um colega onde ficávamos estacionados num ponto um pouco ermo, fazendo a vigilância e mantendo a segurança na área, na parte noturna ,mesmo que na maior parte do tempo ficávamos de prontidão dentro da viatura. O nome dele era 1º nome dele era Paulo e era um cara atraente, 1,75m pele muito clara, cabelos castanho claros, queixo quadrado com furinho, sobrancelhas grossas e aqueles apetrechos apertando suas coxas e o cinturão com o coldre faziam exibir um volume apetitoso.

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Cinemão do Centro

Na segunda vez que fui no cinema porno no centro de São Paulo, estava sem expectativa de uma boa transa, mas fui abordado por uma menina trans.

Ofereceu um programa pago, nunca tinha transado com uma travesti, fiquei muito excitado, meu pau endureceu, ela acariciou por cima da calça, ficou surpresa por ser grande. Eu queria experimentar ser passivo de uma travesti.

Concordei com o programa fomos a uma cabine, era próximo do meio dia, comecei a chupar seu pau, era uns 16cm, mas mas bem grosso na base, queria sentir, ser penetrado e sentir seus peitos em minhas costas.

Me chamou de veadinho, perguntou se eu aceitava que o namorado (era o barman) pudesse participar, eu neguei de imediato, ela insistiu, pensei porque não, não teria outra oportunidade de uma DP.

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Meu caseiro, meu amante

Essa história aconteceu logo depois que me separei da minha esposa, e fui morar por alguns meses no sítio do meu pai.

Lá conheci melhor o caseiro do sítio, Antônio, mas todos o chamávamos de Tonhão. Tive uma grande surpresa com ele, que passo

a narrar agora.

Cheguei no sítio, já bem tarde da noite, a casa do caseiro já estava com as luzes apagadas, pensei em bater, mas não quiz

perturbar o sono do Tonhão. Acordaria cedo, e pela manhã, conversaríamos, ele já estava avisado que eu passaria alguns meses no

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A sorte que tive na minha primeira vez com outro homem

Olá a todos. Sejam bem vindos.

Chamo-me Pietro (fictício), hoje tenho 28 anos e moro na zona oeste de SP. Sou magro, alto, pardo, poucos pelos no corpo, barba, saudável.

Um ensaio da camgirl Aurora
Comecei a sentir excitação por homens aos 22 anos em 2014, quando meu antigo vizinho Alex apoiou os pés perto de mim, quando estávamos jogando vídeo game com mais amigos. Subiu um cheiro muito bom de macho viril, um pouco mais velho que eu e todo tesudo ele, mas infelizmente nunca rolou nada entre a gente. Daí que começou meu fetiche em pés de homens e tesão quem querer algo a mais além dos pés.

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Fudendo com meu primo na construção

Olá! Este é meu primeiro conto. Completamente baseado em minhas experiências. Espero que goste!Desde que me entendo por gente, moro no mesmo endereço no interior de São Paulo. Foi aqui que nasci, cresci e descobri quem eu sou. Foi na adolescência que comecei a entender o quanto o cheiro dos meus amigos pós educação física, na escola, me chamava atenção. Foi na academia do bairro que fiquei excitado ao ver os braços musculosos de um amigo mais velho. Foi na construção de uma casa, no quarteirão acima do meu, que mamei meu primeiro cacete. Foi entre as árvores de uma rua de terra abandonada, perto de casa, que vi a porra de um desconhecido jorrar na minha mão. É aqui que chamo de lar: o lugar em que descobri, sentado em uma cadeira de frente pra um computador, o quanto uma rola grande e grossa prende minha atenção e ativa todos os meus sentidos em busca de uma boa foda. E encontrar um pau para sentar, depois dessa descoberta, não foi uma dificuldade.

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