Sendo Enrabado por um carioca em São Paulo

Todos os anos, a empresa onde eu trabalhava convocava os principais funcionários para um encontro na sua sede em São Paulo. Geralmente ficávamos hospedados em quartos individuais de hotéis. Mas, aquela vez, alguns de nós tivemos de ficar dois em um quarto.

No meu caso, quem dividiu o quarto comigo foi um colega do Rio de Janeiro. Eu era originário de Porto Alegre. Na primeira noite, ao fim de um dia inteiro de reuniões, eu e este colega saímos para dar uma caminhada por perto do hotel. E resolvermos parar para beber alguma coisa em um bar que tinha mesas na calçada.

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Mamadeira cheia

Bom, sou o Valentim, tenho 1,67 de altura, negro, pele limpinha, 60kg, devido minha altura, sou cheinho, meus pais me chama de bombom, isso é por conta que tenho uma bunda bem grande. Sou aluno secundarista, logo daí podem tirar clusões sobre minha respectiva idade. Hoje, vou relatar algo que aconteceu comigo no final do ano passado. Era quase no período de férias, todos bem atarefados com suas atividades, então, meu professor de matemática passou mais um trabalho para finalizar a nota. Sou melhor na área de humanas, não sou bom com números, mas sempre me virei.

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Meu primeiro troca troca, com meu melhor amigo

Depois que a gente fez coisas na rede da casa do rio dos pais do Duca, e eu tive minha primeira vez, ficou um trem meio estranho entre a gente. Não porque ele ficou sem falar comigo nem nada disso, mas porque ele nem tocava no assunto do que tinha rolado, e eu com medo da gente perder a amizade claro que também me fazia de tonto e não tocava no assunto, porque eu era novim mas não era besta.

Mas o que o que rolou foi tão bom, é sério, foi gostoso demais, que eu ficava repassando na mente principalmente durante a noite, e eu batia várias punhetas pensando nas coisas que a gente fez, e claro imaginando outras coisas que a gente poderia fazer. Nesse meio tempo enquanto eu vivia nessa de punheta, meu irmão do meio vinha me manjando e disse que eu andava meio diferente, acho que falei sobre eles lá no primeiro conto que eu postei, não sei se é conto ou relato, me tirem essa duvida, eu nunca sei qual é o que.

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A noite em que me tornei a fêmea pro meu macho

Quando completei meus 29 anos, decidi que já havia passado da hora de sair da casa de minha mãe, onde ainda vivia. Precisava do meu espaço, queria nem que fosse um quarto para chamar de meu, ter minha liberdade para sair e voltar sem dar satisfação a ninguém, levar gente para transar, e etc. Minha mãe sabia da minha sexualidade, mas era algo velado. Ela não falava ou perguntava sobre, e eu entendia que era melhor fazer o mesmo. Comecei a procurar casas para alugar, mas a cidade estava crescendo, devido a construção de uma ferrovia a poucos quilômetros, havia muito emprego sendo gerado, e várias empresas abrindo escritórios. O valor do aluguel estava subindo, e estava difícil encontrar algo que eu pudesse pagar.

Pedi ajuda pros meus colegas de trabalho. Caso soubessem de algo dentro das minhas possibilidades, que me avisassem. Um desses colegas havia acabado de começar um namoro e estava procurando um lugar para morar junto com a quase noiva. Como estávamos os dois procurando casa, começamos a conversar com mais frequência, mandando fotos de casas um para o outro e também sobre amenidades da vida.

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Brotheragem com o vizinho de apê

Há pouco tempo notei que o apê bem em cima do meu foi alugado. Da minha sala escuto bem os passos descalços circulando sobre mim. Vi tratar-se de 3 rapazes, estudantes que formaram uma república. Escuto eles conversnado quando estão na sala e ficam na janela,e comumente pitam um natural ou um cigarrinho de palha.
Numa noite dessas estava no meu quarto e senti o cheiro da marola entrando pela janela. Cheguei nela e olhei pra cima. Vi meu vizinho ne janela do seu quarto dando um 2. Chamei ele então:- e aí brother, racha esse beck comigo! “Chega aí,véio!” me respondeu ele.

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Festa na república ABC

Apelidei a república dos meus vizinhos de ABC por causa das iniciais de Arthur, Bernardo e Cadu. Era o trio que me satisfazia sempre, e quase todos os dias chupava um, dois ou os três deles, que me davam leite quente e cremoso.
Num domingo cheguei em casa no início da noite e escutei o rock que vinha do apê deles. Cadu tinha me falado na 6a que estava reservando uma surpresa pra mim no domingo. Dali a pouco ele socou os pés sobre meu teto. Cheguei na janela e ele me chamou:-e aê, Pedro? Chega aí! Só falta você!
Subi então e ao chegar na república deles me assustei: estava cheio de caras na sala, todos seminus só com a parte de baixo. Contei 12 homens. Arthur anunciou:- aê galera, chegou nosso bezerro desmamado!-aquele que adora tomar leite quente na boca, sem desperdiçar! Disse Bernardo. Cadu então falou:-aê rapaziada, bora começar!!!

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