Leitinho na boca em pleno ônibus de viagem

Me chamo André, tenho 33 anos. Por conta do trabalho, acabo viajando bastante de ônibus, pelo menos uma vez por mês. Sempre tive a fantasia de fazer alguma putaria no ônibus, já que sempre viajo durante a noite. Eis que essa hora finalmente chegou. Tudo aconteceu em uma noite de sábado para domingo, em uma viagem do Rio de Janeiro para Belo Horizonte. Quando fui comprar a passagem, vi que o ônibus já estava praticamente lotado, com poucos lugares vagos. Escolhi, então, a última poltrona, aquela que fica próxima ao banheiro, no corredor, pois a poltrona da janela já estava ocupada. Quando entrei no ônibus, a poltrona ao meu lado ainda estava vazia, o que me deixou ansioso para saber quem se sentaria ali. Não demorou muito e ele entrou. Um cara alto, devia ter por volta de 1,80m, claramente gay, mas desses que tentam fazer a linha discreto. Ele era bem bonito, além de ter o corpo todo malhado, o que era fácil perceber pelas roupas justas que ele usava. Sentou-se ao meu lado, tirou sua jaqueta jeans e a colocou

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O Namorado da minha amiga me fudeu

A gente sempre dormiu junto na casa dela, até então ela conheceu um carinha e começou a namorar ele faz uns 8 meses, por eu sempre estar la, criamos uma amizade entre eu e ele.
Ele sempre foi bem de boa, tem 25 anos, branco bem malhadinho, alto, um mlk gostoso p crl hahahaha. Sempre brincava cmg pegando na minha bunda, se esfregando em mim, mais como a gente n tinha maldade eu nunca levei a sério.

Um dia eu dormi la na casa dela junto com eles, eu estava num colchão no chão ao lado da cama e minha amiga com ele na cama, a mae dela ligou dizendo que ela tinha sido solicitada pra uma entrevista de emprego na cidade vizinha pra ser realizada poucas horas depois, então ela deixou a gente dormindo e foi pra essa entrevista hahahahaha

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O garotão bom de pica

Trabalhei como encarregado de uma grande indústria, numa cidade de médio porte, por muitos anos, fui promovido a encarregado por minha competência e também reconhecimento de um diretor, que era amigo meu, bem antes de trabalharmos juntos, bem esse diretor, tem uma casa no Peró, em Cabo Frio, casa essa que eu já conhecia, e como ele iria passar as festas de final de ano lá, precisava fazer uns reparos antes de ir com a família, tendo comentado comigo, sobre essa precisão, eu providenciei para que nosso pedreiro, o Cláudio, um moreno nordestino de poucas palavras, bronco, 40 anos, excelente profissional, entrasse de férias, pelo menos por uns 15 dias, eu também tirei os mesmos 15 dias de férias, e combinamos ir para Cabo Frio realizar os reparos necessários. Quando estava

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Apaixonado pela rola do meu tio

Não sei como contar para minha namorada que eu já dei a bunda para meu tio

Eu sou apaixonado pela rola dele, parece que aquela rola tem o encaixe perfeito para o meu cuzinho, quando aquilo entra dentro de mim, parece que eu fico preenchido, o meu sonho é comer a buceta da minha namorada, enquanto meu tio afunda o pau dele em mim.

Recentemente, eu e minha namorada definimos que não iriamos mais ter segredos entre a gente, ela me contou coisas pessoais da vida dela e eu da minha, mas tem uma coisa que eu não consigo contar para ela.

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Apaixonado pelo pai do meu melhor amigo

O Kadu e eu viemos ao mundo no mesmo dia; ele, apressadinho como sempre, meia hora antes do que eu. Acreditem, ou não, essa mísera meia hora ele usava como trunfo para se vangloriar de que era o mais velho e, portanto, era eu quem tinha que me sujeitar às suas vontades nas brincadeiras, era ele quem determinava o que e como deveríamos fazer as coisas na época em que estudávamos no mesmo colégio e, obviamente, controlava cada um dos meus passos quando eu costumava viajar para a casa de praia da família dele. Apesar disso tudo, nos tornamos muito amigos, daqueles que muitas vezes têm um status maior do que irmãos de sangue. Era o nosso caso. Ele veio a ter esses irmãos, na verdade uma irmã e um irmão, nos anos que se seguiram, mas eu continuei a ser filho único.

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O vizinho novinho

Antes de mais nada, deixe me apresentar, meu nome é Albert Maia. Economista, 32 anos.

Era primavera de 2016 quando vivenciei a história que irei contar. Tendo acabado de perder o emprego em decorrência da crise econômica que começara um ano antes, revolvi mudar de cidade para melhor aproveitar meu período sabático. Algo que eu julgara necessário em decorrência das constantes atualizações do mercado.

Tendo terminado um casamento e sem uma ocupação formal que me mantivesse acorrentado por longas horas ao longo dos dias, vi a oportunidade perfeita para juntar as economias que guardei por anos, somada a minha indenização, resolvi fazer as malas e me mandar para uma pequena cidade no sul de Minas. Assim, sozinho eu poderia não só me manter focado em meus estudos como repensar minha vida e tentar entender como um casamento de 10 anos se desfez de forma súbita.

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