Fui enrabado dentro do ônibus

Essa semana minha esposa precisou viajar com o carro, e ontem me apareceu um compromisso da empresa onde trabalho de última hora, em uma cidade ao lado.
Decidi pegar o ônibus a noite, pois, por mais que o trajeto seja curto, eu poderia dormir e descansar um pouco. Comprei a passagem e escolhi o último banco ao lado da janela, pois, lá no fundo eu poderia ficar mais tranquilo. Coloquei uma roupa leve, regata e uma bermuda curta e fui para o ponto de ônibus. Claro que, nunca saio de casa despreparado, então, por baixo da bermuda estava usando uma calcinha fio dental.
Ao me direcionar ao banco, percebi que tinha um rapaz sentado na poltrona ao lado da que eu havia escolhido, no corredor. Ele parecia estar dormindo. Era um rapaz jovem, deveria ter uns 22 anos no máximo. O rapaz era muito

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Como Eu Perdi Virgindade

Desde minha adolescência eu já sabia que gostava de homens, já havia batido punheta imaginando eu dando parar todos os atores da Globo, quando tinha 15 anos começei a descobrir o bate papo online, passava horas falando com caras, mas nunca tinha coragem de marcar com ninguém. Quando completei 16 anos, conheci um cara pelo Orkut, conversamos muito e meio que me apaixonei, foram uns 5 meses conversando todos os dias, porem nunca chegamos a nos encontrar até que um dia ele sumiu e não tive mais contato. Um tempo depois, conheci outro cara no bate papo, já estava com 17 anos, ainda virgem, nunca tinha sequer chupado uma rola, imagina dar, mas ja tinha visto

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O cunhado hétero

Eu namorava uma garota que tinha uma irmã e um irmão e moravam os três com os pais. Ia bastante à casa dela, mas raramente dormia por lá. Nas visitas comecei a conhecer a família, especialmente o irmão dela, meu cunhado. Ele tinha 18 anos, mas se comportava como um garoto de 15 anos, que só pensava em trepar. No início ele não me chamava a atenção fisicamente, mas o jeito dele hétero e safado, me fez abrir os olhos e prestar mais atenção nele. Era gatinho, bastante vaidoso: 1,80, devia ter uns 85 kg, moreno, pêlos por todo o corpo, pernas grossas, não tinha corpo definido, uma certa barriguinha, barba cortada de um jeito meio zoado e cabelo com topete. Flamenguista apaixonado por futebol e estudante de engenharia civil. Bebia muito, gostava de festas e sempre tinha menina

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Eu e meu sogro

Hoje tenho 50 anos e o que vou relatar aqui começou quando tinha meus 35.
Meu nome é Carlos, nasci e fui criado em uma cidade pequena do interior de São Paulo, cidade cheia de preconceitos e por isso mesmo desde cedo escondi o que eu realmente sentia em relação a outros homens, porque ser gay em uma cidade pequena do interior na década de 70 não era a melhor coisa do mundo. Então eu sempre tentei namorar meninas e até aprendi a gostar de fazer sexo com elas, sexo tradicional, papai mamãe, nunca fui de fazer nada muito diferente. Comecei a trabalhar com 18 anos, como representante comercial de uma empresa de laticínios da minha região, viajava bastante por todas as cidades próximas e com essas viagens consegui realizar várias fantasias sexuais com outros homens.

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Virei Putinha Na Fazenda

Oie meus amores, depois de perder o cabaço com meus priminhos dos contos anteriores, minha vontade de ser uma putinha só aumentava. Em um dia, minha família viajou para uma fazendo em uma cidadezinha onde morava uns parentes mais distantes dos meus pais, e lá eu não conhecia ninguém. Chegando lá, eu descobri que tinham varias famílias morando nessa fazendo, todos meio que parentes de segundo grau, e tinham dois garotos um pouco mais novos que eu, que de alguma forma eram parentes dos meus pais, não sei qual parentesco. Começamos a conversar, nos conhecer, e eles me levaram para conhecer a fazenda que era de gado. Andamos pela fazenda, e voltamos para a casa onde iriamos passar a noite.

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Fui exibir meu cacete e acabei levando rola

Como já relatei em outro conto, me chamo Jonathan e tenho 22 anos. Sempre fui um rapaz bastante discreto, muito na minha e, por isso, quase ninguém sabe das minhas preferências. Mas apesar de toda descrição, sempre me considerei bastante safado, e uma das principais características dessa safadeza é que eu era, e ainda sou, bastante exibicionista. Mas claro, sempre dentro dos limites, no ambiente certo e com as pessoas certas. Na verdade, meu exibicionismo só é notado por quem realmente se interessa por ele e, por isso, nunca houve nenhum problema.
Um exemplo é que quando eu ia em banheiros públicos, de shoppings, etc, sempre fazia questão de mijar um pouquinho distante do mictório. Quem não curtia muito essas paradas apenas ignorava e quem gostava de dar uma manjada, meu cacete estava ali. Eu não curtia muito fazer banheirão nem nada disso, meu prazer era somente provocar, saber que o cara tinha olhado e tinha gostado.

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